sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Complicações da Vida

“Por que, pois, me chamareis Noemi, visto que o SENHOR se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido?” Rute 1.21
Quando encontramos Noemi nas Escrituras, vemos que sua vida era cheia de problemas. Ela e seu esposo saíram para habitar em Moabe, em busca de comida durante uma época de fome. Enquanto estavam naquela terra, seus dois filhos casaram com mulheres moabitas e a vida era boa, até que seu marido e os dois filhos morreram; e ela viúva não podia sair daquela terra estranha.
Embora honesta a respeito de sua dor, Noemi obviamente sabia quem estava no controle: “O Senhor se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido” (Rute 1.21).
A palavra hebraica para “Todo-Poderoso” (Shaddai) indica a suficiência de Deus para qualquer situação. A palavra “SENHOR” (Jeová) refere-se à Sua fidelidade como o Deus amoroso que cumpre a Sua aliança. Eu gosto como Noemi juntou estas duas palavras. Em meio às suas queixas, ela nunca esqueceu que seu Deus era um Deus capaz e fiel. E, sem dúvida, ele provou Sua capacidade em libertá-la e Sua fidelidade ao cuidar dela até o fim.
Se parecer que não há saída para o seu desespero, lembre-se que o Deus de Noemi também é o seu Deus. E Ele é especialista em lidar com nossos problemas e obter resultados gloriosos e bons. Felizmente, Ele é ambas as coisas: capaz e fiel. Assim, quando sua vida estiver complicada, lembre-se quem o seu Deus é!
Rev. Jonas M. Cunha(extraído de Nosso Andar Diário)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

União e Crescimento

“A fim de que todos sejam um!”João 17.21a

A unidade entre os crentes se expressa em nos amarmos uns aos outros, assim como o Pai e o Filho se amam.
É esta unidade entre o Pai e o Filho que torna a nossa unidade (entre nós) possível. Só os regenerados, e que estão no Pai e no Filho, são também espiritualmente um e oferecem um fronte unido diante do mundo.
Esta unidade tem um propósito: “a fim de que o mundo (os incrédulos, pessoas sem a salvação) creia que tu me enviaste”.
Quando estamos unidos na fé, unidos diante do mundo, exercemos uma influência. Quando os crentes mostram em suas vidas que têm estado com o Senhor, suas ações e atitudes (que falam mais alto que suas palavras) apontarão para Cristo como a fonte de sua força moral e espiritual.
Então as pessoas começarão a pensar favoravelmente n’Ele, e quando o Espírito Santo produz em seu coração esta forma de pensar, estes homens, que até então pertenciam ao mundo, crerão que os maravilhosos relatos sobre Jesus são realmente verdade.
Portanto, é absolutamente necessária esta unidade para que a pregação do Evangelho seja considerada e as pessoas sejam convertidas.
Rev. Jonas M. Cunha(adaptado)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O que tem para o jantar?

“depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui!”Gênesis 22.1
Eu mal posso imaginar convidar amigos especiais para o jantar, e então colocar sobras de comida no microondas para lhes servir. Mas se o fizesse, isto indicaria muita coisa sobre o que eu verdadeiramente sinto por eles.
Dar a Deus as sobras das nossas vidas diz tudo sobre o verdadeiro valor que Ele tem para nós. Quando Deus pediu a Abraão que lhe entregasse Isaque como um ato de adoração, Gênesis 22.1 chamou isto de uma prova. Uma prova para ver se havia algo em sua vida que Abraão valorizava mais do que a Deus.
Não é muito diferente conosco. Há épocas nas quais Deus requer algo realmente importante para fazer a Sua obra. Ele nos pedirá para abrirmos mão de nossos instintos naturais de vingança para que possamos transmitir Seu amor que perdoa, perdoando os nossos inimigos. Pode pedir também para sacrificarmos porções do nosso tempo, dinheiro ou conforto para promover a sua causa. Ou Ele pode requerer que permitamos que nossos filhos e filhas vão à lugares distantes para contar aos outros do Seu amo salvador. A nossa resposta ao que Ele nos pede, diz muito sobre o que nós verdadeiramente sentimos por Ele.
Qualquer um pode oferecer sobras. Somente aqueles que amam a Deus acima de tudo, vão servir-lhe o melhor.
Nenhum de nossos sacrifícios é grande o suficiente para Aquele que tudo sacrificou.
Rev. Jonas M. Cunha(extraído: Nosso Andar Diário)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sonhando os sonhos de Deus

“Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito.” Gênesis 45.8


A Bíblia pode ser chamada de “livro dos sonhos”, porque suas páginas estão repletas de narrativas falando a respeito de sonhos que várias pessoas tiveram, em diferentes época e situações. Desde a advertência de Deus ao rei Abimeleque por causa de Sara (Gn 20.3), passando pelo sonho de Nabucodonosor da Babilônia (Dn 2.1), e de José a respeito do filho de Maria, nosso Salvador (Mt 1.20-23). Muitos outros foram registrados.
Segundo os textos bíblicos, o sonho é uma visão que se produz durante o sono, e era uma maneira de Deus revelar o porvir aos homens, algumas vezes concedendo também explicações necessárias, embora esta modalidade seja considerada inferior à Palavra direta de Deus ao seu servo (Moisés – Nm 12.6-8). Opondo aos sonhos dos falsos profetas a Palavra de Deus, Jeremias dizia: “Que tem a palha com o trigo?” (Jr 23.28).
Jacó sonhou com uma escada que ligava os céus à terra, figura de Jesus Cristo, mediador entre Deus e os homens (Gn 28.12). José foi chamado de “sonhador” por seus irmãos, e sua história mostra que ele realmente entendia de sonhos, pois interpretou os sonhos dos servos de Faraó quando estavam na prisão e o sonho do próprio Faraó (Gn 40.5-8, 20-22. e Gn 41.1-4, 28-32). Porém o próprio José havia sonhado anos antes (Gn 37.5-10). O sonho de José cumpriu-se. Ele se tornou o governador do Egito, na presença do qual, toda sua família, além dos egípcios e pessoas vindas de vários lugares se prostraram.
Sonhar também pode significar desejar muito algo. O fato é que José não pensou que tivessem de passar por tanto sofrimento para ver seu sonho se tornar realidade. Mas o sonho de José era o que Deus tinha planejado para ele e para o cumprimento do Seu plano redentor. O sonho de José era o sonho de Deus, vinha de Deus. E os seus?
Rev. Jonas M. Cunha

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O FILHO DE ABRAÃO

 “São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque.” Gênesis 25.19
Após esperar, por cerca de 25 anos, “o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido” (Gn 21.1), e Abraão teve um filho de Sara, a quem pôs o nome de Isaque.
A Bíblia não fala muito a respeito de Isaque, porém uma rápida leitura do livro de Gênesis nos faz ver que Ele teve uma vida feliz e abençoada.  Seu nascimento, já foi algo especial e motivo de grande alegria, pois seus pais já eram bem velhos quando ele nasceu, sem contar que sua mãe era estéril (Gn 21.6).  Ainda bem jovem, se submeteu a seu pai e a Deus, quando o Senhor pos Abraão a prova, pedindo que seu filho amado fosse oferecido como sacrifício.
O “filho da promessa”, também teve outra prova do amor de Deus, quando este lhe concedeu uma esposa, vindo de longe, de entre a parentela de seu pai, conforme a linda história narrada no capítulo 24 de Gênesis.  E mais uma vez provou da bondade de Deus, quando orou por sua mulher (que era estéril), “e o SENHOR lhe ouviu as orações” e ela concebeu gêmeos (Gn 25.21 e 24).  Além disso, ele que já era rico pela herança que Abraão havia lhe deixado, se tornou mais rico ainda (Gn 26.13), sendo reconhecido como “o abençoado do SENHOR” (Gn 26.29).
Qual o segredo da vida de Isaque? Primeiramente, ele era alvo da benção de Deus por causa da Aliança que Deus havia feito com Abraão e seus descendentes.  Em segundo lugar, ele vivia em comunhão com o SENHOR.  E, além disso, ele era obediente à voz de Deus.
Notamos que uma coisa está diretamente relacionada a outra, e cada um de nós podemos ter a mesma vida feliz e abençoada que Isaque teve, ao aceitarmos a Cristo como Salvador e seguirmos o exemplo de Isaque.  (Gn 12.3)
Você já se tornou um filho de Abraão?  (Lucas 19.9)
Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

NOSSO CHEFE É DEUS

“O Deus dos céus estabelecerá um reino...
destruirá todos os reinos...” Daniel 2.44

Daniel demonstrou incrível coragem perante o mais poderoso rei do seu tempo. Nabucodonosor era impiedoso com as nações que resistiam às suas campanhas militares e inspirava terror a seus próprios conselheiros.
Ainda mais incrível é que, mesmo servindo a um imperador injusto e opressivo, Daniel ainda interpretou o sonho daquele homem. Suas ações eram altamente visíveis e influentes, especialmente porque Daniel servia ao governo da Babilônia com grande habilidade, competência, integridade e sabedoria. Através dos anos de serviço, os vários tiranos que se sucederam naquele trono descobriram que precisavam de Daniel por causa de suas qualidades excepcionais: ele era confiável, e não era corrupto nem negligente.
Daniel, entretanto, jamais negociou seus princípios e sempre soube que servia apenas ao Reino do Deus celestial.
Hoje, muitos cristãos ao redor do mundo estão trabalhando pra instituições como bancos, empresas, universidades, exército e para o próprio governo. Vamos orar para que eles sirvam bem com seus dons espirituais, com competência, energia, integridade e sabedoria. Para que sejam confiáveis, e que sempre sirvam em primeiro lugar ao reino eterno.
Pense: Por mais que sirvamos a homens poderosos neste mundo, nosso chefe é sempre Deus.

Rev. Jonas M. Cunha-(extraído de CADA DIA)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Precisamos Orar

“Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.”Atos 1.14

Qual é a maior necessidade da Igreja?
Alguns podem responder: mais máquinas (Vídeo cassete, computadores, datashow, etc). Outros responderiam: novas organizações no lugar das tradicionais sociedades internas ou outras junto com estas. E não faltariam aqueles que responderiam: novos métodos e, mais recursos financeiros.
Não há nada de errado nisto. É lícito e devemos usar estas coisas na igreja, para a realização de sua obra e crescimento, porém, estas coisas são complementares. O que é essencial e que a igreja necessita com urgência é de pessoas a quem o Espírito Santo possa usar = mais homens e mulheres de oração.
“Quando trabalhos, nós trabalhamos. Quando nós oramos, Deus trabalha.”
Infelizmente,as igreja, hoje, dependem de tantos outros recursos e negligenciam a oração. Ela é o recurso especial que Deus nos deu. Algo acontece conosco e com a igreja quanto oramos!
A igreja de Atos não possuía grandes recursos: não tinha dinheiro, não tinha patrimônios, não tinha literatura impressa, nem meios de comunicação, não tinha representatividade política, e nem liberdade religiosa. Mas por meio da oração Deus trabalhava pela igreja.
A Igreja em Atos punha em prática aquilo que viu Jesus fazer e ensinar.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

UM NOVO ANO, UM NOVO TEMPO

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3.1

Haveria algum assunto do qual se tem falado mais do que o tempo? Quem não procura mais tempo para fazer o que deseja?
Embora o mundo esteja sempre buscando novos dispositivos para remir o tempo, a verdade é que o homem moderno está cada vez mais apressado, e sem tempo. Isso é verdade em casa, no trabalho e na igreja.
Alguém já afirmou que a coisa mais justa da vida é o tempo. Todos têm o mesmo número de horas no dia, a mesma quantidade de dias na semana, no mês e no ano.
Cada um de nós recebeu do Senhor uma nova quota, uma nova porção. Teoricamente, cada um de nós recebeu novos 365 dias. Como usá-lo com sabedoria?
Certamente, cada um de nós usará o tempo de uma forma diferente, de acordo com os compromissos que já possui com família, escola, trabalho, igreja, namoro, etc... É certo, também, que Deus tem um propósito especial na vida de cada um de nós. Por isto, não existe um roteiro único para todos, mas cada um de nós deve submeter-se a soberana vontade do Pai celeste e humildemente perguntar como Ele deseja que o tempo que Ele nos deu seja usado.
Mas, Deus deixou-nos alguns princípios em Sua Palavra para orientar-nos. Em Eclesiastes 3.1-8, aprendemos que há um momento adequado para cada coisa: é inconveniente tentar fazer certas coisas antes da hora, ou deixar para depois. Também não dá para fazer tudo o que aparece.
Você já perguntou para Deus quais são as prioridades que Ele quer que você tenha na sua vida este ano? Faça isto agora mesmo! Quando menos esperamos, o fim do ano vai chegar.

Rev. Jonas M. Cunha-(Adaptado)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A EXPECTATIVA CONTINUA

 Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Lucas 2:25




Muita gente acordou esta manhã pensando se hoje será o dia em que seu filho ou neto vai nascer.
Outros, podem ter começado o dia esperando reencontrar uma pessoa querida, ou uma solução para seus
problemas, ou alguma outra boa notícia. Outros, ainda, pensando na violência das ruas ou em algo triste ou desgradável. Quem sabe?
Simeão acordava cada manhã com a promessa de Deus, de que algum dia veria o Ungido do Senhor. A noite, ia dormir um pouco desapontado, triste, e isso por semanas, meses e anos.
Um dia, entretando, o Espírito Santo disse a Simeão que a espera havia terminado, para ele e para o mundo! Então, Simeão foi ao pátio do Templo, com os olhos abertos para algum sinal do Messias! Sua voz fraca ergueu-se em louvor, suas mãos trémulas se elevaram ao Alto quando ele viu o bebê!
Muitos pensamentos vieram à nossa mente quando acordamos esta manhã. Seria bom lembrar sempre o que todos estamos esperando. Esperamos que Cristo volte. Antecipamos sua volta cada vez que celebramos a Ceia do Senhor. Antecipamos sua volta a cada Natal, lembrando de sua primeira vinda e isso por anos e anos.

Pense: Natal é a celebração da Primeira Vinda de Cristo e a esperança da Segunda Vinda.

Extraido do CADA DIA

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Cruz: Acesso Autorizado

“Porque, por ele,... temos acesso ao Pai...” Efésios 2.18


“Acesso negado” ou “senha inválida” são frases comuns para pessoas que usam a Internet ou o caixa eletrônico. Aparecem todas as vezes que digitamos a senha de maneira incorreta.
Esse pode ser um problema simples de resolver no computador ou no banco, mas o caso certamente não é o mesmo para o paciente cujo convênio médico negou acesso a uma cirurgia necessária.
“Acesso negado” pode ser também uma sentença de morte para o refugiado que procura asilo numa nova nação, ou uma fonte de profundo sofrimento para pais que tentam restabelecer contato com um filho que deixou o lar e se recusa a atendê-los.
O apóstolo Paulo nos ensina que Jesus nos garante acesso a Deus. Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado. Por meio de Jesus, recebemos todos os benefícios do mais completo plano de assistência espiritual, com cobertura total e personalizada, além de todos os privilégios de cidadania da maior e mais importante nação existente: o reino dos céus.
Nesse “convênio” sem igual, a única “carência” é a fé irrestrita em Jesus, o Salvador cuja morte na cruz nos garantiu o acesso à presença de Deus Pai.
Pense: Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado.

Rev. Jonas M. Cunha
(Extraído de Cada Dia)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Restauração

“A lei do Senhor é perfeita, e restaura a alma.” Salmo 19.7a

Os resultados da leitura da Bíblia na vida das pessoas é algo extraordinário! Dentre os muitos benefícios que ela traz está o da restauração.Segundo o minidicionário Aurélio, a palavra “restaurar” tem os seguintes significados: 1. Por em bom estado, refazendo ou consertando o quebrado, renovando o deteriorado, repondo o que se gastou; 4. restabelecer.
Há muitos exemplos de pessoas que tiveram suas vidas arruinadas pelo pecado, vícios e problemas de saúde diversos e espirituais também, que foram restauradas pelo poder de Jesus. Por isto, quando os discípulos de João Batista foram perguntar a Jesus se ele era o Messias, ele responde: “Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” (Mt 11.4-5)
Por causa disto, muitas comunidades terapêuticas adotaram o Livro Sagrado como instrumento-chave na reabilitação de dependentes químicos. Entre outras coisas, a mensagem bíblica tem se demonstrado uma importante aliada, devolvendo a estas pessoas a auto-estima e semeando esperança.
Não apenas os viciados, mas também os seus familiares são afetados. Conforme o testemunho da mãe de um jovem de 26 anos, viciado em crack: “a doença do meu filho me deixou codependente. Tem hora que só Deus para ajudar.”
Mas além disso, a leitura e meditação da Bíblia também age de forma preventiva, evitando que muitos jovens (em geral a partir dos 12 anos de idade), adentrem por este caminho. “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.” (Salmo 119.9)
Você está lendo a Bíblia? Está incentivando outros a ler?

Rev. Jonas M. Cunha

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Confie!

“Clamaram a ti, e foram libertados: em ti confiaram,
e não se decepcionaram”Salmo 22.5


Esdras liderou um grupo de judeus no retorno a Jerusalém após a libertação do cativeiro na Babilônia. Antes de partirem, jejuaram e oraram. Esdras ficou envergonhado de pedir ao rei alguns soldados para protegê-los dos perigos do caminho, pois tinha dito que Deus protege todos os que confiam nele. Então, clamaram pela proteção divina: pediram que Deus abençoasse aquela viagem e desse segurança para suas famílias e as muitas posses que estavam transportando. A viagem de aproximadamente 1.500 quilômetros levou quatro meses. Deus atendeu à oração e eles chegaram em paz. Como é importante ter confiança em Deus! Esdras sempre dizia que o sucesso deles era resultado da ajuda que recebiam da boa mão de Deus. Por isso, quando estava diante de algum perigo, ele recorria ao Senhor. Se buscarmos a Deus com confiança, nossa vida pode ser abençoada e protegida, mesmo que nos faltem alguns recursos ou amigos.
A confiança de Esdras estava baseada na força do Senhor e no que ele já tinha feito e no que ele já tinha visto Deus realizar na vida deles. Muitas vezes, nós, mesmos já tendo passado por várias experiências em que p Senhor nos ajudou, ainda temos dificuldades em confiar nEle.
É preciso acreditar. Deus pode nos livrar dos maiores perigos que tivermos que enfrentar. Um grande exemplo bíblico disto foi quando o rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro e ordenou que todos se curvassem a ela. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego desafiaram a ordem do rei e preferiram arriscar a sua própria vida a adorar outro deus. Fizeram isto porque confiaram em Deus. Eles disseram ao rei que Deus poderia livrá-los da morte na fornalha quente e confiavam nisso, mas mesmo se Deus não fizesse o que esperavam eles seriam fiéis e não adorariam a imagem (Daniel 3.17-18). Como o grupo de Esdras, eles também não foram decepcionados.
“DEUS NÃO DECEPCIONA QUEM NELE CONFIA.”

Rev. Jonas M. Cunha (extraído de Pão Diário)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vestimenta

“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu,da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.”Apocalipse 21.2

A vestimenta ou simplesmente roupa, é algo importante para nossa vida. Há roupas para todas as ocasiões, e em alguns lugares ou ocasiões, são exigidas roupas específicas. Há roupa para dormir, para trabalhar, para cozinhar, para clinicar, para praticar esportes, para casar, para andar no espaço, etc...
Fazer roupas, costurar, desenhar, lavar, passar... são profissões antiguíssimas. A indústria da roupa, com suas marcas e grifes famosas, movimentam fortunas no mundo inteiro.
Há muitos textos na Bíblia que falam sobre roupas. Além de mencionar vários tipos de roupas, e de diversos contextos em que são usadas, também trata de sua importância e significado.
A vestimenta não tem por finalidade exclusiva proteger e cobrir o ser humano: ela também o descobre, isto é, o revela. Ela permite que se reconheça o seu portador - homem ou mulher, anjo, profeta, rei, prostituta, leproso, etc.
Não apenas revela o que se é, mas também o que se faz ou o estado de espírito de quem as usa, como vestes de casamento, ou de luto. Até rasgar as veste tem um significado.
“A unidade entre a vestimenta e a pessoa que a usa manifesta-se ainda pelo fato tão freqüentemente atestado, de que para purificar-se inteiramente, é preciso também lavar as vestes”.
Por causa disto, não causa estranheza que os verbos despojar (desvestir) e revestir, sejam colocados em relação com a eleição, o batismo, a vocação, a salvação e a vida cristã (Cl 3.9-10). Pedro diz que o que deve chamar atenção numa pessoa, especialmente na esposa, deve ser suas atitudes e não suas roupas (1 Pe 3.3-4). E, no texto de Apocalipse 21.2, a Igreja é representada como noiva, vestida e enfeitada (santidade) para ser recebida pelo noivo. Você está vestido de forma adequada?

Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Chamado de Abraão

“Ora, disse o Senhor a Abrão:...em ti serão abençoados
 todas as famílias da terra.”Gênesis 12.1,3

Não é exagero afirmar que os três primeiros versículos do capítulo 12 de Gênesis são um resumo do plano de salvação de Deus de abençoar o mundo através de Cristo, a semente de Abraão. Essa promessa foi acompanhada por um duplo chamado divino. Abraão teria que deixar sua terra e ir para o lugar que Deus lhe mostraria, e deixar também seus parentes, pois Deus faria dele uma grande nação. Em resumo, Deus iria abençoá-lo e ele se tornaria uma benção para as outras pessoas – na verdade, para todos os povos da terra.
A promessa de um descendente e de uma terra foi repetida detalhadamente a Abraão em diferentes situações de sua vida. Certa ocasião, por exemplo, Deus disse a Abraão que olhasse para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste, porque tudo que sua vista alcançasse seria dado a ele e aos seus descendentes (13.14-15). Em outra ocasião, Deus disse a Abraão que olhasse para o céu e contasse as estrelas, pois seus descendentes seriam tão numerosos como as estrelas no céu (15.5).
Essa promessa de Deus tem se cumprido de forma maravilhosa. Primeiro, com a multiplicação do povo de Israel (Dt 1.10-11). Segundo, através da missão da igreja, pois todos aqueles que pertencem a Cristo são descendência da Abraão (Gl 3.29), uma vez que ele é o pai de todos os que crêem (Rm 4.16-17). Terceiro, ela irá se cumprir plenamente no grande ajuntamento dos remidos no céu, uma multidão incontável, vindo de todas as nações (Ap 7.9-17). Somente nesta ocasião os descendentes de Abraão serão tão numerosos como as estrelas no céu e os grãos de areia de todas as praias do mundo.

Rev. Jonas M. Cunha (extraído de A Bíblia Toda, o Ano Todo)

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Deus, o Oleiro

“Como barro nas mãos do oleiro, assim são
vocês nas minhas mãos....”Jeremias 18.6

Muitas figuras bíblicas desafiam nossa compreensão por pertencerem a um contexto cultural muito diferente. Milhares de anos e milhares de quilômetros nos separam do mundo das Escrituras Sagradas. Entretanto, a imagem do oleiro moldando o barro não precisa de grandes explicações. Até mesmo as crianças que usam massinha de modelar nas atividades manuais da pré-escola conseguem perceber a força dessa figura revelada a Jeremias.
Quem quer que seja o artista, e qualquer que seja o seu material, a modelagem é um processo no qual o escultor está profunda e intimamente envolvido com sua criação. E é exatamente isso o que acontece entre Deus e o seu povo. A imagem bíblica do oleiro nos desafia a pensar em Deus não como uma figura isolada e distante, mas como alguém que se envolver pessoal e criativamente no relacionamento com indivíduos, grupos e nações.
Ele modela a comunidade da fé para sua própria glória, transformando vidas e refazendo histórias de modo surpreendentes, muito além daquilo que poderíamos imaginar.
Nosso papel é viver como a argila: flexíveis, adaptáveis e moldáveis, ansiosos por ver a transformação do Oleiro cada vez mais evidente em nossa vida e em nossa comunidade.
Deus está pessoalmente envolvido
E interessado em meu aperfeiçoamento!
Rev. Jonas M. Cunha (extraído de Cada Dia)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Por que Louvar?

“Louvai ao Senhor porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor.” Salmo 147.1


A música está, de um modo ou outro, presente em nossas vidas. Há as cantigas de ninar, a trilha sonora dos filmes, as músicas que cantamos no banheiro ou cantarolamos quando estamos muito felizes ou distraídos, e também aquelas músicas que lembram momentos ou fases especiais da nossa vida.
Em nosso relacionamento com Deus também há músicas. Mas você já parou para pensar por que motivo as pessoas cantam para Deus? Podemos louvar por meio dos mais variados ritmos e estilos, cantores e grupos, hinos ou cânticos. Mas por quê? Cantamos porque conhecemos a música e gostamos dela? Porque estamos acostumados a isto e faz parte da nossa cultura? Afinal, qual é nossa motivação quando cantamos algo para Deus?
O texto de hoje começa com um convite à adoração - que cantamos a Deus com alegria, aclamando com nossas vozes aquele que concede a salvação. A partir do v. 3, o salmista passa a citar a razão do nosso louvor: o Senhor é grande e rei (v.3), o criador e sustentador do universo. (v. 4-5) e também nosso Deus e pastor (v.7). Um Deus tão grande torna-se tão próximo de cada um que se preocupa com nossas vidas assim como o pastor cuida de suas ovelhas. Como não louvar este maravilhoso Deus com as mais belas canções? Mas nem só com música se louva a Deus. Diante daquele que é digno de toda a adoração precisamos ter reverência (v.6) e também atentar para o que ele diz (v.7-8). Isto não quer dizer apenas ouvir em silêncio, mas também obedecer ao que o Senhor estabeleceu em sua Palavra. Para adorar a Deus precisamos abrir nossos lábios e dedicar a ele o melhor louvor que pudermos, mas também abrir nossos ouvidos e nossa mente para reter sua Palavra. Deus não espera de nós apenas música, mas uma vida dedicada a ele e obediência aos seus mandamentos.
Louvar a Deus é reconhecer quem ele é e agir como ele deseja.
Rev. Jonas M. Cunha (extraído de Pão Diário)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O Contraste dos Cinco Pontos do Arminianismo- II

“...Cristo amou a Igreja e a si mesmo e entregou por ela...” Efésios 5.25

Vamos continuar vendo de modo resumido os cinco pontos do Arminianismo em contraste com os cinco pontos do Calvinismo:
3 – Os Arminianismos insistem em que a Expiação é universal. Os Calvinistas, por sua vez, insistem em que a Redenção é parcial, isto é, a Expiação Limitada é feita por Cristo na cruz. Então, segundo as arminianos, Cristo morreu para salvar somente aqueles que exercem sua vontade livre e aceitam o oferecimento de vida eterna. Os que não a querem aceitar vão para o inferno, e então a morte de Cristo foi um fracasso. Já os calvinistas afirmam que Cristo morreu para salvar os escolhidos desde a eternidade. Sua morte, portanto, foi 100% bem sucedida, pois aqueles pelos quais ele não morreu irão para o inferno.
4 – Os Arminius afirmam que, ainda que o Espírito Santo procure levar todos os homens a Cristo, a vontade de Deus está amarrada à vontade do homem, pois o Espírito pode ser resistido pelo homem. Desta forma, Deus se torna impotente diante da vontade de sua criatura.
Os Calvinistas respondem que a graça de Deus não pode ser obstruída, visto que a graça de Deus é irresistível. Ela está baseada no dom da vida, visto que todos os espíritos mortos são levados a Satanás e todos os vivos são guiados irresistivelmente para Deus. Portanto, Ele dá aos seus escolhidos o Espírito de Vida. A ordem correta é primeiro o dom da vida, por parte de Deus, e, depois, a fé salvadora, por parte do homem.
5 – Os Arminianos concluem logicamente, que o homem, sendo salvo pelo ato de sua vontade, aceitando Cristo, pode perder-se depois de ter sido salvo, se mudar de atitude, rejeitando-O. Os Calvinistas sustentam, também logicamente, que, desde que a obra da Salvação é realizada inteiramente pelo Senhor, é óbvio que permanecer salvo também é obra de Deus. Os eleitos “perseverarão” pela simples razão de que Deus prometeu completar, em nós, a obra de Ele começou.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O Contraste dos Cinco Pontos do Arminianismo

“...Para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culpável perante Deus.” Romanos 3.19



Agora veremos de modo resumido os cinco pontos do Arminianismo em contraste com os cinco pontos do Calvinismo:
1– O Arminianismo diz que a vontade do homem é “livre” para escolher, ou a Palavra de Deus, ou a palavra de Satanás. A salvação, portanto, depende da obra de sua fé.
O Calvinismo responde que o homem não regenerado é absolutamente escravo de Satanás, e, por isso, é totalmente incapaz de exercer sua própria vontade livremente (para salvar-se), dependendo, portanto da obra de Deus, que deve vivificar o homem, antes que este possa crer em Cristo.
2- Arminius sustentava que a “eleição” é condicional, enquanto os Reformadores sustentavam que ela é incondicional. Os Arminianos acreditam que Deus elegeu àqueles a quem “pré-conheceu”, sabendo que aceitariam a salvação, de modo que o pré-conhecimento (de Deus) estava baseado na condição estabelecida pelo homem.
Os Calvinistas sustentam que o pré-conhecimento de Deus está baseado no propósito ou no plano de Deus, de modo que a eleição não está baseada em alguma condição imaginária inventada pelo homem, mas resulta da livre vontade do Criador à parte de qualquer obra de fé do homem espiritualmente morto.
Deve-se notar ainda que a segunda de cada um é expressão natural de suas respectivas doutrinas a respeito do homem. Se o homem tem “vontade livre”, e não é escravo de Satanás nem do pecado, então ele é capaz de criar a condição pela qual Deus pode elegê-lo e salvá-lo. Contudo, se o homem não tem vontade livre, mas, na sua situação atual, é escravo de Satanás e do pecado, então sua única esperança é que Deus o tenha escolhido por sua livre vontade e o tenha elegido para a salvação.
(Continua no próximo boletim).
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Os Cinco Pontos do Arminianismo

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”Romanos 3.23


Vamos ver agora, resumidamente, em que consistem os Cinco pontos do Arminianismo:

1– Vontade Livre – O primeiro ponto do Arminianismo sustenta que o homem é dotado de vontade livre. Os reformadores reconhecem que o homem foi dotado de vontade livre, mas concordam com a tese de Lutero, de que o homem não está livre da escravidão a Satanás. Arminius acreditava que a queda do homem não foi total, e sustentou que, no homem restou bem suficientemente capaz de habilitá-lo a querer aceitar Cristo como Salvador.
2- Eleição Condicional – Arminius ensinava que a eleição estava baseada no pré-conhecimento de Deus, em relação àquele que deve crer. Em outras palavras, o ato de fé, por parte do homem, é a condição para ele ser eleito para a vida eterna, uma vez que Deus previu que ele exerceria livremente a sua vontade, num ato de volição positiva para com Cristo.
3- Expiação Universal – Deus ama a todos, Cristo morreu por todos e o Pai não quer que ninguém se perca, então sustentam que a redenção (usada casualmente como sinônimo de expiação) é geral. Em outras palavras: a morte de Cristo oferece a Deus base para salvar a todos os homens. Contudo cada homem deve exercer sua livre vontade para aceitar a Cristo.
4- A Graça pode ser Impedida – uma vez que Deus quer que todos sejam salvos, Ele envia seu Santo Espírito para atrair todos a Cristo. Porém, como o homem goza de vontade livre absoluta, ele pode resistir à vontade de Deus em relação à sua própria vida. Portanto, a vontade do Deus onipotente pode ser frustrada pela finita vontade do indivíduo.
5- O Homem Pode Cair da Graça – é a conseqüência lógica das posições anteriores do seu sistema. O homem não pode continuar na salvação, a menos que continue a querer ser salvo.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)