quinta-feira, 8 de julho de 2010

TOMÉ

“Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes:... Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus...”Mateus 10.2 a e 3a

Seu nome deriva do aramaico: Teomã. Também era chamado de Dídimo, que em aramaico significa “gêmeos”. Que indica que talvez ele tivesse um irmão ou irmã.
Viveu com Jesus e os outros 11 apóstolos por 3 anos, vendo e ouvindo os ensinamentos de Jesus, como num curso de período integral. Porém, muita coisa ele só compreendeu mais tarde.
Por exemplo: certa vez Jesus falou das moradas na casa de Seu Pai, onde ele estava para ir e um dia, todos os seus se encontrariam. Então Tomé falou: “Não sabemos aonde o Senhor vai. Como saber o caminho?” (Jo 14. 2-5),e sabe a respostas de Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6).
Tomé era corajoso. Quando Lázaro morreu, Jesus queria voltar imediatamente para a Judéia e vê-lo. Só que os discípulos temeram porque na última vez que estiveram naquela região, quase foram apedrejados. Jesus já estava indo sozinho, quando chegou Tomé e falou: “Vamos nós também, para morrer com o Mestre”. E assim, todos foram com Jesus – Jo 11.6-16.
Com a morte de Jesus, Tomé caiu em profunda depressão e derramou muitas lágrimas na sua tristeza. De repente, seus companheiros disseram que Jesus estava vivo. Ele ficou duvidando o tempo todo. E ele disse que só acreditaria se o visse de verdade e tocasse nas feridas de suas mãos. Oito dias mais tarde o Senhor lhe apareceu e ele nem precisou tocá-lo. (Jô 20. 24 a 27). Ele exclamou “Senhor meu, e Deus meu!”. À partir desse momento ele sentiu que não estava mais sozinho, mas estava acompanhado dó Cristo vivo.
Tomé sempre questionava, para ter bases concretas para sua fé. Sua dúvida serviu para que tivesse certeza. Seu exemplo e testemunho provocam um novo anseio por uma vida mais íntima com o Senhor.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

TIAGO E JOÃO

“Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão.” Mateus 10.2

Os dois irmãos, Tiago, o mais velho, e João, o mais novo, trabalhavam no Mar da Galiléia, o qual na verdade, não é um mar, mas um grande lago, alimentado pelo Rio Jordão. Seus pais eram Zebedeu e Salomé (Mt 27.56 e Mc 15.40).
Certo dia, quando eles estavam consertando redes com seu pai, Jesus passou e os chamou – Mc 1. 19,20 - assim, como Pedro e André, para o seguirem e se tornarem pescadores de homens. Eles deixaram seu pai (família), mas no entanto, Jesus afirmou que eles ganhariam cem vezes mais famílias, eles receberiam recompensa por isto, neste mundo e no mundo por vir – Mc 10.29-30.
Nós não temos que, necessariamente, abandonar nossa família para seguir Jesus. Você entra para uma nova família, da qual todos os parentes podem fazer parte, se quiserem seguir o Mestre. Você torna-se um membro real da família da Abraão, o pai da fé.
Eles eram explosivos, receberam o nome de Boanerges, que quer dizer “filhos do trovão” (Mc 3.17). Certa vez os samaritanos recusaram hospedagem aos discípulos, e eles perguntaram ao Mestre se queriam que eles pedissem fogo do céu para destruir aquela gente (Lc 9.51-54). Sua mãe coruja, certa vez pediu a Jesus que os deixassem sentar bem ao lado dEle, quando estivessem na glória (Mt 20.20-22); porém Jesus disse que o Pai escolherá quem sentará ao lado dele (Mt 20.22-23). Mas eles aprenderam que quem quiser ser importante deve servir os outros, e quem quiser ser o primeiro deve ser escravo de todos (Mc 10-43-44).
Pelo fato de sempre estarem interessados em ficar perto de Jesus, eles e Pedro, viram coisas que os outros discípulos não viram (Mc 5.35-37; Mc 9.2-8; Mc 13.3; Mc 14.32-33). Tiago foi o 1º discípulo a morrer como mártir (At 12.1) e João, o último que morreu (Ap 1.9).
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

domingo, 27 de junho de 2010

TERRA DE ETERNA PRIMAVERA

“Fui moço e já,agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado...” Salmo 37.25
O ex-presidente de uma Faculdade Teológica destacou o fato de que Deus tem um propósito sábio ao permitir nosso envelhecimento e enfraquecimento, e ele disse: “Acho que o plano de Deus era que a força e a beleza da juventude fossem físicas. Mas que a força e a beleza da idade fossem espirituais.
Gradativamente perdemos a força e a beleza, que são temporárias, para que seguramente nos concentremos na beleza e na força que são eternas. E, portanto, nosso anseio será deixar o que é temporário; a parte de nós que se deteriora, e sentirmos profundos anseios por nosso lar eterno. Se permanecêssemos jovens, forte e belos, possivelmente jamais desejaríamos partir.”
Quando somos jovens, alegremente ocupados com nossos relacionamentos e atividades, provavelmente não sentimos falta do nosso lar celestial. Mas, com o passar do tempo, é possível que fiquemos sem a família e os amigos, afligidos com problemas de visão e audição, sem sermos capazes de saborear o alimento ou sofrendo com a insônia.
Aqui está o conselho que dou para mim mesmo: seja grato, pois, como o apóstolo Paulo escreveu em 1 Timóteo 6.17, “[...] Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento [...]” no verão e no outono da vida. E alegre-se também, pois com o início do inverno da vida temos a expectativa de que em breve estaremos vivendo na terra de eterna primavera.
A promessa do céu e nossa eterna esperança.
Rev. Jonas M. Cunha
Extraído de Nosso Andar Diário

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Membro da Igreja (II)

“Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois, velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo...” Hebreus 13.17

Como membros da igreja, temos a obrigação de obedecer aos nossos líderes, e ajudá-los a cuidar da nossa alma com alegria. Não só fazendo o que eles dizem, mas também o que estiver ao nosso alcance para facilitar a supervisão deles.
Isto ajuda aqueles que freqüentam a igreja a enxergarem a importância de se tornarem membros, e convence alguns líderes a estabelecer e encorajar o processo de membresia:
a) A membresia esclarece a diferença entre crentes e não-crentes – nos ajuda a saber quem deve ser tratado como crente e quem deve ser tratado como não-crente. Só assim poderemos saber se devemos evangelizar a pessoa ou encorajá-la ao serviço. Se está vivendo de modo pecaminoso, discipliná-la ou evangelizá-la.
b) a membresia faz com que a igreja visível reflita melhor a igreja invisível – “a igreja visível é gloriosa à medida que se pareça com a igreja invisível”. Em muitas ocasiões a igreja visível busca debilmente refletir a invisível. Sua glória fica obscurecida porque há muitos que não são parte dela. Todos os que são parte da família espiritual de Deus devem fazer parte de uma igreja local.
c) a membresia é fundamental para uma administração organizada da igreja - Deus investiu na igreja Sua graça multiforme, a verdade da Sua Palavra e alma do seu povo redimido. Por isto a igreja deve ser um despenseiro fiel desses tesouros e, para isso, ela precisa considerar criteriosamente o desenvolvimento e a manutenção da estrutura e da organização. Por que os empreendimentos, que lutam por um ganho temporal (dinheiro) devem ser mais bem-administrados do que uma instituição que trabalha pra guardar os tesouros no céu (Mt 6.19-21). Assim como num corpo, ou família, a ordem é necessária, e para tal é necessário saber exatamente quem pertence a ela.
As pessoas que freqüentam precisam decidir se querem se comprometer ou não com a igreja.
Rev. Jonas M. Cunha - adaptado

quarta-feira, 9 de junho de 2010

TIAGO, Filho de Alfeu

“... E escolheu doze dentre eles... Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote..”Lucas 6.13 e 15

Havia dois discípulos de Jesus que se chamavam Tiago. Um é o irmão de João, filho de Zebedeu; o outro é o filho de Alfeu.
Dos doze discípulos, parece ser ele o menos conhecido, sendo chamado de Tiago o menor (Mc 15.40). Quando a Bíblia fala dele, Cita apenas o seu nome, o do seu pai e o de sua mãe. Não sabemos nem sua atividade, mas ele fazia parte da Igreja de Jesus, e daqueles que tiveram o privilégio de andar de perto com Jesus por 3 anos seguidos, vendo-o e ouvindo-o, aprendendo diretamente de Jesus, o grande Mestre.
O cântico “Com Cristo no barco” faz-nos lembrar que um dia, Tiago estava junto como os outros discípulos no barco e houve uma grande tempestade. Todos estavam aflitos, pois o barco já estava se enchendo de água. Então acordaram Jesus e Ele mandou que a tempestade cessasse (Mc 4.35-41). Aquilo que cantamos deve ser significativo para nós. Não devemos cantar apenas mecanicamente. Precisamos saber o que é estar com Cristo na tempestade!
Ele foi chamado não só para ouvir, mas para agir. Ele estava junto com os demais discípulos no dia em que Jesus falou: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, eu é que os escolhi, para que vão e que dêem muito fruto...” (Jo 15.16).
Nós também, talvez não sejamos famosos e importantes, tão conhecidos pelas igrejas e pelas pessoas, mas como Tiago, somos chamados e escolhidos pelo Senhor para agir e dar fruto. Nem todo mundo que é famoso, ou pastor, ou “apóstolo” produz fruto para o Reino de Deus! Assim como Tiago devemos falar da nossa experiência com Jesus, e do nosso caminhar com Ele.
Rev. Jonas M. Cunha - adaptado

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Quem irá percebê-lo?

“Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.” Mateus 25.45

“Ele chegou cansado de uma longa caminhada, viu a porta da igreja aberta e entrou”. O pregador falava com tanta eloqüência que, de seu púlpito, não o percebeu. Sentou-se no banco de madeira maciça, como a madeira da cruz, ao lado de um jovem casal que estava planejando colocá-lo no centro de seu lar, mas nem sequer perceberam que ele estava a seu lado.
Vestia-se com simplicidade, o que contrastava com as togas vistosas que o coral usava. Os coristas estavam tão concentrados no regente e nas letras de seus hinos que lhes era impossível perceber sua presença.
Na hora da coleta, deixou cair seus últimos centavos. Muitos ouviram o barulho das moedas ofertadas. Não perceberam porém, que aquelas mesmas mãos que as lançaram, foram um dia pregadas em ofertas de amor.
Seu olhar percorreu um a um todos os membros daquela igreja. Não houve quem percebesse. Ele era o motivo da cerimônia, o alvo de louvor, a inspiração dos cânticos e o sopro da vida, mas ninguém o percebeu. Ele continua andando entre nós. Quem irá percebê-lo?
“Então, lhes responderá: Em verdade nos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.” (Mateus 25.45).
Rev. Jonas M. Cunha
Extraído do livro “Se eles estivessem aqui”, de Ruben Ciola.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Membro de Igreja

“Não deixemos de congregar-nos...” Hebreus 10.25 a

A Bíblia ensina que todo cristão deve se comprometer com uma igreja local. A membresia é essencial porque é uma ordem Bíblica.
Em Hebreus 10.24, 25 é ordenado que todo crente se envolva profundamente na vida de outros crentes. O texto não diz apenas que devemos ir à igreja regularmente. O significado é mais amplo: se não estou planejando estimular os outros em amor e às boas obras, envolvidos de coração no processo, encorajando-os cada vez mais, em todo o tempo, então estamos desobedecendo ao Senhor.
O contexto principal em que Deus quer esse envolvimento é no corpo local de Cristo, assim o compromisso é também com a igreja. Quase todas as expressões “uns aos outros” no N.T. são dirigidas diretamente às igrejas locais, com a intenção de ajudá-las a serem o que Deus quer que elas sejam.
Não apenas dizer que somos parte da igreja universal ou invisível de Cristo (grupo de todos os que crêem em Cristo, no mundo todo, independente da denominação). Devemos ter também compromisso com o grupo local ou visível, do povo de Deus.
Assim, como era requerido que todos os crentes no A.T. se identificassem exteriormente com o povo da aliança de Deus (Gn 17.9-14), o N.T. não tem sequer uma alusão a uma pessoa que tenha sido salva sem ser parte da igreja local.
O crente é membro do Corpo de Cristo e a igreja local é a manifestação exterior desse corpo. Atos 2.47: “acrescenta-lhes o Senhor, dia a dia os que iam sendo salvos”. O Senhor Jesus não só exigia que os que são salvos se unam à sua igreja, como ele próprio os liga à igreja. E a referência aqui é sem dúvida à igreja visível.
Crente sem igreja é como tijolo fora da parede.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Felipe

“Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: ... Filipe e Bartolomeu...” Mateus 10.2-3

Felipe nasceu em Betsaida (a mesma cidade em que Pedro e André foram criados). Andou com Jesus três anos.
Certa vez falou a Jesus: “Senhor, mostre-nos o Pai” (Jo 14.8). E Jesus respondeu: Filipe faz tanto tempo que estou com vocês, e você ainda não me conhece? Quem me vê a mim, vê também o Pai” (Jo 14.9). Desta passagem tiramos uma lição importante: Só podemos conhecer Deus através de Jesus, e nossos amigos só poderão conhecer Jesus se antes conhecerem a nós.
Em outra oportunidade, Jesus estava falando para uma multidão de mais de seis mil homens, quando viu que estavam com fome, perguntou a Filipe: “Aonde vamos comprar comida para toda essa gente?” Filipe foi pessimista e disse que não havia condições de comprar pão para tanta gente aquele hora. Parece que ele era bom de matemática e calculou que nem mesmo duzentas moedas de prata seriam suficientes para comprar alimento para todos. Além disso, não havia lugar ali perto para comprar esta quantidade. Mas Jesus com Seu poder fez o milagre da multiplicação dos pães e peixes com o lanche do menino que André achou (Jo 6.5-9).
Logo após receber o chamado para seguir a Jesus, Filipe foi contar para seu colega, Natanael, que era muito patriota e conhecia bem as profecias (Jo 1.45). Ele era cheio de preconceitos quanto à cidade de Nazaré. A nossa tendência quando alguém fala assim, é discutir, citar conceitos e querer ganhar o debate com conhecimentos teológicos. Mas como Natanael queria saber se de Nazaré sairia alguém de valor, Filipe foi pragmático na resposta: vem e veja!
Felipe foi o único discípulo que a Bíblia diz que foi “achado” por Jesus, enquanto os outros foram “chamados” (Jo 1.43). Eu e você também fomos achados por Jesus porque estávamos perdidos por causa do pecado. Ele também quer usar a nossa vida, como usou a de Filipe.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Fé Como de Uma Criança

“Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus.”
Lucas 18.27
Ao retornar para casa após um acampamento familiar, Tânia de seis anos e seu pai eram os únicos ainda acordados no carro. Enquanto Tânia olhava para a lua cheia através da janela do carro, ela perguntou: “papai, você acha que eu posso tocar a lua se eu ficar na ponta dos meus pés?”
- “não, eu acho que não,” ele sorriu.
- “Você consegue alcançá-la?”
- “Não, eu acho que também não consigo.”
Ela ficou em silêncio por um momento, então com confiança disse: “Papai, talvez se você me colocasse em seus ombros?”
Fé? Sim – a fé das crianças de que os papais podem fazer qualquer coisa. Entretanto, a fé verdadeira tem como fundamento a promessa escrita de Deus. Em Hebreus 11.1, lemos: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Jesus falava muito sobre a fé, do começo ao fim dos Evangelhos lemos a Sua resposta àqueles que tinham muita fé.
Quando os amigos de um homem paralítico trouxeram-no a Jesus, Ele “vendo-lhes a fé, perdoou os pecados do homem e o curou (Mat 9.2-6). Quando o centurião pediu a Jesus “[...] apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado” (Mat 8.8), Jesus “admirou-se” e disse “Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (Mat 8.10).
Quando temos fé em Deus, concluímos que todas as coisas são possíveis (Luc 18.27).
Rev. Jonas M. Cunha (extraído de Nosso Andar Diário)

sexta-feira, 7 de maio de 2010

MATEUS, o publicano

Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu.”Mateus 10.3

O funcionário de uma grande multinacional, ganhando muito bem, pediu as contas. Uma loucura! Como? Por quê?
Jesus lhe ofereceu outro trabalho. Não havia carteira assinada, nem aposentadoria, porque não era serviço de interesses terrenos, mas do Reino do Céu. Não precisava ser preocupar com assistência média porque o próprio Jesus levava as dores sobre si. Seu trabalho não se limitava mais a uma jornada de 8 horas. Não tinha horário fixo. Mas horas vagas vigiava e orava para não entrar em tentação. O salário? Jesus disse para não se preocupar com a comida nem com a bebida, nem com a roupa – Lucas 12.22.
Hoje há tanta gente que diz seguir a Jesus, mas não se encontram mudanças em suas vidas. Limitam-se a ir no fim-de-semana a um templo, ler a Bíblia periodicamente (os que lêem) e a ofertar quantias de dinheiro que chamam de dízimo e ofertas. Geralmente não têm vícios, não falam palavrões e procuram ser honestos. Mas isto não é sinônimo da vida em abundância que Jesus prometeu, embora sejam boas coisas.
Esta é a história de Mateus, também conhecido como Levi, o qual escreveu o 1º Evangelho que aparece no Novo Testamento. Para ele, o chamado de Jesus significou sair do emprego. Mas este foi um chamado especial. Nem sempre é preciso deixar o emprego. Os escritórios, os campos, as delegacias, os hospitais, as fábricas, todos os lugares precisam de gente que testemunhe de Jesus. João Batista quando pregava o arrependimento, batizava pessoas de diversas profissões e não mandava ninguém abandoná-las, simplesmente dizia para serem retas naquilo que faziam.
Mateus era um publicano, arrecadava dinheiro para Roma, e os judeus o viam como um traidor. Não era bem vindo na sinagoga. Mas Jesus não tinha preconceito, e um dia ele disse para Mateus: “Siga-me” (Lucas 5.27-28). Jesus disse que nossa luz deve brilhar (ajudando alguém sem esperar nada em troca) – Mateus 5.14-16. Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Certeza do Perdão

“E se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.”
1 Coríntios 15.17
O perdão é uma de nossas necessidades mais básicas e um dos melhores presentes de Deus. Todos nós trazemos na memória coisas que pensamos, dissemos ou fizemos das quais nos sentimos envergonhados. Nossa consciência nos censura, condena, e até mesmo nos atormenta.
Jesus pronunciou palavras de paz e perdão várias vezes durante o seu ministério, e no cenáculo referiu-se ao cálice da comunhão como o “sangue da aliança, derramado em favor de muitos para perdão de pecados” (Mt 26.28), vinculando nosso perdão à sua morte.
Mas como podemos saber se Deus aceitou sua morte em nosso lugar como um sacrifício completo, perfeito e suficiente por nossos pecados?
A resposta é simples: Se Jesus tivesse permanecido morto, nunca saberíamos. Sem a ressurreição teríamos de concluir que sua morte foi um fracasso.
O apóstolo Paulo observou claramente essa lógica. Para ele as conseqüências terríveis da não-ressurreição seriam que os apóstolos são falsas testemunhas, os crentes não foram perdoados e os cristãos, quando morrem, perecem. Mas Ele continuou: Cristo ressuscitou dentre os mortos, e ao ressuscitá-lo Deus nos assegurou ter aprovado sua morte pelo nosso pecado, que ele não morreu em vão e que aqueles que confiam nele recebem perdão pleno e gratuito.
A ressurreição valida a cruz. Ela é o esteio de nossa segurança cristã com relação ao passado, ao presente e ao futuro.
Você pode ter certeza de seu perdão ao receber a Cristo como seu Senhor e Salvador. Ele está vivo e pronto a perdoar a quem o buscar de todo o coração.
Rev. Jonas M. Cunha

quarta-feira, 21 de abril de 2010

PEDRO

“E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles...Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão...”Lucas 6.13,14
Pedro é, sem dúvida, o mais conhecido dos apóstolos do Senhor Jesus. Pescador do Mar da Galiléia, homem simples. Fazia parte do grupo íntimo dos três discípulos que estavam com Jesus na transfiguração (Lc 9.28-29). Tinha o temperamento impulsivo, sendo o primeiro a falar e o primeiro a agir. Por isto, certo dia quase se afogou ((Mt 14.28-32).
Assim como nós, Pedro era contraditório: falava quando devia estar pensando, dormia quando devia estar acordado, agia quando devia ficar quieto. Uma vez ele confessou “O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo”; logo depois Jesus precisou falar para ele: “saia da minha frente, Satanás”; porque começou a falar contra os planos de Jesus e estava sendo uma pedra de tropeço (Mt 16.16-17; 16.22-23).
Foi chamado por Jesus três vezes – Para ser seu discípulo (Jô 1.40-42; para ser seu companheiro constante (Mt 4.19); e para ser seu apóstolo (Mt 10.2).
Ele negou que conhecia a Jesus, por três vezes – Pouco antes de Jesus ser julgado, havia dito que estaria sempre ao Seu lado eu que morreria com ele se fosse preciso, mas enquanto Jesus estava sendo preso, passou a seguí-lo de longe, com medo que desconfiassem que ele era um discípulo de Jesus, e ele negou que o conhecesse (Mc 14.66-72).
Ele afirmou que amava a Jesus, três vezes, após a ressurreição – Apesar de ter negado Jesus, Ele lhe deu mais uma chance, restaurou-o, e mandou que ele tomasse conta de suas ovelhas (Jo 21.15-17).
Jesus tratava cada pessoa de um modo diferente. Ele sabia lidar com as pessoas. Ele sabia lidar com Pedro. Ele também sabe como lidar comigo e com você. “Venham comigo e eu ensinarei vocês a pescar gente” (Mt 4.19).
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

domingo, 18 de abril de 2010

ANDRÉ

“E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles...Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão...” Lucas 6.13,14

O nome André vem do grego e quer dizer robusto, varonil (aparência física). Vida de pescador exige muito exercício físico... Ele vivia na pequena cidade de Betsaida, perto do Mar da Galiléia.
Seu encontro com Jesus: Ele estava com outro discípulo acompanhando João Batista. De repente Jesus passou e João Batista disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Eles seguiram Jesus e passaram o dia todo conversando com Jesus (Jô 1.35-39).
Ele traz seu irmão: Após aquele encontro, André ficou convencido que Jesus era o Messias. Então ele chamou Pedro e o levou até Jesus (Jo 1.41-42).
Seu chamado: Uns dias mais para frente, enquanto estavam lançando as redes, Jesus os chamou para andar com ele, e disse que daquela hora em diante, eles seriam “pescadores de homens” (Mt 4. 18-20).
Participa de um milagre: certo dia havia muita gente reunida para ouvir Jesus, e eles precisavam alimentar aquela multidão. Então André levou até Jesus um rapaz que tinha um pequeno lanche (5 pães e 2 peixes), com o qual o Mestre fez o grande milagre da multiplicação (Jo 6.35). Ele aprendeu que Jesus é aquele que satisfaz todas as nossas necessidades.
André e a evangelização: Diferentemente de Pedro que sempre falou a grandes multidões, André ia falando de Jesus um a um. Certo dia surgiram uns gregos querendo ver a Jesus, e André não teve dúvida em apresentá-los ao Mestre (Jo 12.20-22). Jesus não se preocupava apenas com grandes multidões: Ele valorizava também o encontro com um indivíduo (Lc 19.2-4).
André aparece pouco nos evangelhos, mas sempre levando alguém para encontrar-se com Jesus. Quantas pessoas você já levou a Jesus este ano?
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Culto de Adoração

“Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.”
Mateus 4.10 b

Todo cristão precisa entender e praticar a adoração bíblica, porque Deus nos ordenou repetidamente que façamos isso (Dt 6.13; Mt 4.10); porque a verdadeira adoração é uma confirmação da nossa salvação em Cristo (Jô 4.23,24); e, porque a ausência da verdadeira adoração e a presença da falsa adoração causam o terrível julgamento de um Deus ciumento (1 Sm13.8-14).
A vida do povo de Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento sempre foi caracterizada pela adoração (Gn 8.20; At 2. 46,47). Assim, todo crente tem obrigação de compreender sua importância e praticá-la continuamente.
Adoração é o reconhecimento do valor único de um objeto e a demonstração de honra e respeito a ele. As palavras bíblicas como honra, respeito, temor, culto, reverência e glorificação são, com freqüência, usadas como sinônimo de “adoração”. Sua prática não está limitada às reuniões públicas. Deus exige de nós a adoração pessoal e particular como modo de vida, mas também deseja que o adoremos com outros crentes.
Alguns princípios da adoração conjunta:
1) O foco da verdadeira adoração é Deus – Salmo 96.7.
2) Os participantes da verdadeira adoração reagem ativamente a Deus com todo o seu ser (interiormente e exteriormente) - Salmo 95.6;
3) Elementos da adoração conjunta:
a- Preparação – Salmo 15;
b- Ouvir a Palavra - Mat 13.9;
c- Orar com e pelo corpo – João 17;
d- Cantar para o Senhor e para os outros – Ef 5. 18, 19.
e- Observar as ordenanças (batismo e ceia) – Mt 28.19, 26.26.
f- Contribuir (dízimos e ofertas) – Malaquias 3.8
g- Servir uns aos outros (dons) – 1 Pedro 4.10
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

sábado, 3 de abril de 2010

MARIA MADALENA

“Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras?...
Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas.”João 20.15, 17


É uma maravilhosa previdência de Deus que a primeira pessoa a quem o Senhor ressuscitado apareceu tenha sido uma mulher, e que ela tenha sido também a primeira pessoa que se incumbiu de proclamar o evangelho da ressurreição a outros.
Não seria isso uma afirmação da feminilidade num tempo em que as mulheres não eram consideradas testemunhas confiáveis? Essa mulher privilegiada foi Maria Madalena. Os Evangelhos não dizem muito sobre ela. Mas sabemos que ela esteve ao lado da cruz até o amargo fim e seguiu o cortejo fúnebre até o jardim e viu Jesus ser sepultado. Trinta e seis horas depois, ela e outras mulheres voltaram, encontraram a entrada do sepulcro aberta e constataram que o corpo havia desaparecido. Então ela correu para alertar Pedro e João do acontecido. Eles foram depressa até o sepulcro, enquanto ela os seguiu devagar. Quando chegou lá novamente, eles já haviam partido e ela estava só.
Primeiro vemos Maria chorando, pois pensava ter perdido aquele que a tratara com dignidade, amor e respeito. Jesus, no entanto, não a havia deixado, como ela pensava. Ao contrário, ele estava ali a seu lado, ressuscitado, mas ela não o reconheceu. Depois, ela está agarrada a Jesus. Ele lhe diz: “Não me detenhas” (v.17). Os apóstolos foram convidados a tocar o corpo de Jesus a fim de constatar que ele não era um fantasma; a razão por que Maria foi proibida de segurá-lo é que seu gesto simbolizava o tipo errado de relacionamento com o Messias ressurreto.
Maria precisava aprender que não poderia retomar a velha amizade familiar de que desfrutara antes com Jesus. Uma vez que ele subisse aos céus, um novo relacionamento se tornaria possível.
Ao imaginarmos Maria chorando e se agarrando ao Mestre, percebemos os erros contrastantes que cometeu. Ela chorou porque pensou que o havia perdido para sempre, e agarrou-se a ele porque pensou que o tinha de volta do mesmo modo de o tivera antes.
Rev. Jonas M. Cunha (extraído de A BÍBLIA TODA O ANO TODO)

sábado, 27 de março de 2010

O ESPÍRITO SANTO E MISSÕES

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra..” Atos 1.8

John Stott disse: “A igreja sem o Espírito Santo é morta”.
No livro de Atos dos Apóstolos, o Espírito Santo é citado mais de 50 vezes. Ali vemos que Ele foi enviado para capacitar os crentes para a realização de sua tarefa. Ele concede os dons para o serviço e o poder para a realização do trabalho.
Notamos também que o resultado de uma vida cheia do Espírito Santo é o testemunho. Portanto, nós não conseguimos realizar a tarefa de evangelização sem Seu auxílio, ou antes, sem nos colocar a disposição dEle para sermos usados. Ele é o executivo da obra missionária. Temos que nos submeter ao Espírito Santo, para que Ele nos capacite e nos use para a realização da tarefa.
A pergunta que eu quero fazer então é esta: você tem convicção em seu coração de que Deus quer que a igreja cresça? Se a resposta for afirmativa, não podemos ficar parados. E a próxima coisa é perguntar para Ele o que Ele quer que você faça. Então, se dispor a obedecê-lo. Se não temos essa convicção, não adianta fazer nada, ou, nada pode ser feito!
Só quando o profeta Jonas se rendeu e se dispôs a obedecer, ele foi usado por Deus, e toda a grande cidade de Nínive se arrependeu e foi salva. Pode acontecer como na vida de Jeremias e Ezequiel, em que foram obedientes, mas de acordo com o plano de Deus, não tiveram um resultado de conversões. Mas se não formos submissos e obedientes, jamais teremos resultado!
Concluindo, há dois perigos: 1) Querer fazer a obra por nós mesmos sem nos submeter ao Espírito Santo, portanto, sem Sua atuação; e, 2) Não querer fazer a obra, negligenciado a tarefa e desobedecendo a ordem do Senhor. Precisamos deixar de confiar em nós para a realização da obra e confiar e nos submeter ao Senhor, o Espírito Santo.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

segunda-feira, 22 de março de 2010

O JUSTO JUÍZO DE DEUS

“Sinal evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito estais sofrendo.” 2 Tessalonicenses 1.5


Deus é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é juiz de todos os homens (Hb 12.23). Ele julga hoje e julgará os vivos e os mortos (1 Pe 4.5). Deus como juiz possui quatro características fundamentais: Ele possui autoridade para legislar e julgar; Ele é justo e julga com justiça; Ele é capaz de discernir a verdade; Ele é competente para executar a sentença.
Em Romanos 2, Paulo resume o ensino acerca do juízo de Deus sobre os homens, com sete afirmações: 1) O juízo de Deus é inevitável – Rm 2.1-3; 2) O juízo de Deus é segundo a verdade – Rm 2.2; 3) O juízo de Deus é justo – Rm 2.5; 4) O juízo de Deus é individual e de acordo com o procedimento – Rm 2.6; 5) O juízo de Deus é imparcial – Rm 2.11; 6) O juízo de Deus será revelador – Rm 2.16; 7) O juízo de Deus será conforme o evangelho – Rm 2.16.
Para os Tessalonicenses, Paulo fala sobre o reto ou o justo juízo de Deus. Ele faz algumas afirmações importantes:
1. O justo juízo de Deus recompensa com paciência os cristãos atribulados – 2 Ts 1.5. Deus retribui com perseverança o crente perseguido, pois a perseverança na perseguição levará o crente ao céu.
2. O justo juízo de Deus retribui com aflição aqueles que perseguem a igreja – 2 Ts 1.6. Deus proíbe o cristão de promover a vingança (Rm 12.17-20), mas Deus dará a paga os perseguidores da igreja.
3. O justo juízo de Deus remunerará com vida eterna os cristãos e com eterna destruição aqueles que não conhecem a Deus – 2 Ts 1.7-10. Em sua segunda vinda Cristo vem para julgar a terra. Um dia desconhecido pelos homens, mas determinado por Deus (Mt 24.36; 2 Tm4.8). Jesus se manifestará de forma gloriosa (Mt 25.31). Haverá dois tipos de recompensa para dois tipos de pessoas: alívio ou descanso de toda forma de sofrimento para os afligidos e perseguidos por amor a Jesus (Jo 16.33); vingança divina contra os que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho (excluídos da presença de Deus)Mt 7.23
Rev. Arival Dias Casimiro – I.P.Pinheiros

sábado, 20 de março de 2010

Palestra para professores da Escola dominical e interessados

Palestrante Rev. Gildásio
Próximo sábado (27/03) às 15h00

segunda-feira, 15 de março de 2010

Aprendendo com as críticas

A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos Insensatos derrama a estultícia. Provérbios 15.2

Algo que percebemos no dia-a-dia é o fato de receber críticas. Todos os dias alguém tem algo para falar da nossa pessoa ou de alguma atitude. A grande verdade é que a crítica faz parte da vida e quem trabalha em equipe ou realiza alguma atividade para o público acaba sempre recebendo uma parcela dela, seja crítica justa ou não.
Devemos compreender que lidar com a crítica é um desafio enorme e que multas vezes causa dor e dificuldades no coração da gente. Muitas vezes as críticas partem de injustiças que frequentemente se baseiam na Inveja. Geralmente elas são fruto do espírito competitivo que há no ser humano. E a chave para aprender com as críticas é nunca levá-las para o lado pessoal e aprendermos a adornar a nossa boca com a sabedoria e conhecimentos divinos. Quando fazemos isto seguindo o conselho de Salomão, passamos a elogiar as pessoas que estão ao nosso redor mesmo que não sejamos lembrados neste quesito.
Quando as críticas não penetram o nosso coração, mas produzem mais crescimentos, estamos preparados para o elogio a outros. Porque o nosso coração não estará azedo e poderá ver o belo de Deus na vida dos nossos amigos.
Algumas dicas para refletirmos e vivermos:
• Comemoremos as vitórias do nosso próximo sempre;
• Quando formos criticados, avaliemos o que é verdade e não deixemos a vingança tomar conta do coração;
• Nós não somos os melhores de todos, temos falhas e precisamos aprender com as críticas vindas principalmente dos amigos;
• Determinemos a validade da crítica. Pensemos atentamente nela. Oremos sobre ela a fim de que Deus nos ajude a aceitar as mudanças que sejam necessárias. Tenhamos a determinação para fazer mudanças na vida;
• Cuidado para não falarmos mal das pessoas, Salomão trata isto como Insensatez e estultícia;
• Sejamos humildes em tudo o que fizermos lembrando sempre da graça de Deus na vida.
Rev. Alcindo Almeida – I.P.B.Lapa

quinta-feira, 4 de março de 2010

Não Duvide das Intenções de Deus

“Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra... os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” Isaías 55.9

Se Deus me ama e é tão poderoso, por que Ele permite que eu sofra, ou passe por dificuldades?
A história de Jesus andando sobre o mar, de Mateus capítulo 14, versos 22 a 33, é bem conhecida, e com valioso ensinamento sobre este assunto.
Em primeiro lugar, vimos que Jesus mesmo compeliu os discípulos a embarcar sozinhos para atravessar o lago, onde eles foram pegos por uma tempestade.
Satanás quer que nós duvidemos do amor e do poder de Deus. Ele não quer que creiamos na Palavra de Deus (veja como ele tentou Eva – Gênesis 3.1-6). Jesus ao término do Sermão do Monte (Mateus 7.24-27), ensina que dificuldades virão sobre todos: os crentes verdadeiros e os crentes só de nome, para provar a nossa fé. Sendo que o crente verdadeiro será capaz de glorificar a Deus, mesmo no meio das provações, enquanto o outro não vai suportar e vai mostrar que não tinha fé.
Em segundo lugar, vemos que Jesus não os abandonou. Ele foi ter com os discípulos no meio da tempestade, e trouxe palavras de ânimo.
Deus nos ama e é fiel, Ele nunca nos deixa sozinhos na hora do sufoco. O Salmo 27, verso 10 diz: “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá”.
Em terceiro lugar, Jesus manifesta o Seu poder. Ele salvou Pedro que estava submergindo e ao entrar no barco o vendo cessou, e todos reconheceram que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus.
Paulo escrevendo aos Romanos (capítulo 8, verso31), nos ensina que devemos confiar no poder de Deus (não só quando as coisas vão bem): “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
Rev. Jonas M. Cunha