segunda-feira, 27 de junho de 2016

IGREJA: UM CASO DE AMOR

Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo” (Ef 1.4).


A igreja é fascinante. Ela difere de qualquer outra organização, por causa de seus fundamentos teológicos. Ela é “a única instituição do mundo que existe em favor dos que não são seus membros” (William Temple). Seu grande valor não é ela, mas seu Dono e as pessoas a quem ela se dirige. É o seu diferencial. A igreja que vive em função de si mesma perdeu sua substância. Aspectos culturais e sociológicos se sobrepuseram à teologia e a diminuíram. Um exemplo é a distorção chamada koinonite, que leva algumas a viverem em função de seus membros: “Você traz bolinho e eu trago chá”. Elas vivem em função de comunhão. Ensimesmam-se.
A igreja nasceu na eternidade, na mente de Deus: “Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo” (Ef 1.4). Entrou no tempo na pessoa de Jesus. Segue na história dirigida pelo Espírito Santo que lhe veio no dia de Pentecostes. Findos a história e o tempo, ela entrará na eternidade. Na eternidade haverá Deus e haverá salvos. Então haverá igreja. Nascida na eternidade, ela entrará na eternidade.
Há grupos sociais com rótulo de igreja: Igreja do Fogo Constante, Igreja Florzinha de Jesus, Igreja Jesus Vem e Você Fica, Igreja A Serpente de Moisés A Que Engoliu As Outras, Igreja Renovada do Povo Barulhento, etc. São estruturados sobre um líder humano, com uma visão parcial do evangelho. Ignoram a teologia, a história do cristianismo e pensam que o Reino de Deus começou com elas, como se nada houvesse antes. Com visão bíblica fragmentária e exegese precária, analisam a Revelação à luz de um insight humano. Por vezes, o eixo de sua interpretação é uma passagem bíblica fora do contexto. Muitas vêem a razão (dom que Deus deu somente aos humanos) como inimiga da fé. Refugiam-se num misticismo alienante e se tornam guetos religiosos.
Mas igreja é mais que isso. É ter visão do todo. Porque igreja é gente que conheceu a graça de Deus em Jesus, creu nele, comprometeu-se com ele, espera nele. É “gente de toda tribo, língua, povo e nação” (Ap 5.9). Ela transcende épocas, lugares e culturas.
A igreja local deve ser amada e servida. Dezenas de passagens no Novo Testamento (que está sendo esquecido!) ensinam isso. Gente que diz que é de Jesus, mas não gosta de igreja não sabe o que diz. Exagera-se, pondo-se acima dos demais. Mas, como se diz: não está com essa bola toda. E terá que conviver com a igreja no céu. O que dirá?
          A igreja local não precisa de apedrejadores, mas de amantes. De servidores. De gente com uma autoimagem menos exagerada que se veja como é: pecadores salvos para servir a Deus e aos demais. Que sejam servos e não estrelas. Vida cristã é operariado, não turismo.
Ser igreja é fantástico. É ser de Jesus, ter rumo na vida e comprometer-se com Deus num projeto histórico. Seja igreja!                                               
Pr. Isaltino Gomes Coelho

LEMBRE-SE DO EVANGELHO TODOS OS DIAS

Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que renegadas
 a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt. 2.11-12).



Muitas pessoas acham que a única utilidade de falar do Evangelho é apresentar Cristo às pessoas. Contudo, a graça e o poder do Evangelho vão muito mais além. É pela graça de Deus que somos perdoados do nosso pesado fardo do pecado; e é pela graça de Deus que Ele nos dá força de dizer não ao pecado. Observe esta maravilhosa verdade: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt. 2.11-12). À medida que nossa mente é humilhada diante do fato de Deus perdoar pecadores, crescemos em amor por Ele, e somos fortalecidos para viver para Ele, não para nós mesmos.
Como um exemplo de quanto o Evangelho é útil para o dia a dia, você pode memorizar Romanos 8.1, que declara o que a vida, a morte e a ressurreição de Jesus realizaram: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Uma vez que não há mais condenação da parte de Deus para aqueles que pertencem a Jesus, você pode andar na luz. Mesmo se você cair em pecado, ainda pode ir a Deus porque Ele prometeu não condená-lo. Cristo foi condenado por você. Isso traz esperança e libertação a alguém que possivelmente pense que não pode mais falhar de modo algum. Quando pecamos, sabemos que Cristo permanece diante de Deus como nosso Advogado a nosso favor, provando que pagou por todos os nossos pecados. Dominados por esse grande amor e graça, confessamos os nossos pecados e recebemos humildemente o perdão do nosso Pai.
Portanto, compreenda que o Evangelho não serve apenas para apresentar o não cristão a Cristo, mas, também, para a caminhada cristã diária. Independente de como você desempenhe a tarefa de trazer o Evangelho à memória de um familiar, certifique-se que o Evangelho tenha prioridade máxima em sua agenda diária para criar um relacionamento de intimidade com Deus que conduz a uma vida com propósito.                                                                                      
Ben Marshall  

segunda-feira, 6 de junho de 2016

LEMBRE-SE DO EVANGELHO TODOS OS DIAS

Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos 
para que renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, 
no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt. 2.11-12).


Muitas pessoas acham que a única utilidade de falar do Evangelho é apresentar Cristo às pessoas. Contudo, a graça e o poder do Evangelho vão muito mais além. É pela graça de Deus que somos perdoados do nosso pesado fardo do pecado; e é pela graça de Deus que Ele nos dá força de dizer não ao pecado. Observe esta maravilhosa verdade: “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente” (Tt. 2.11-12). À medida que nossa mente é humilhada diante do fato de Deus perdoar pecadores, crescemos em amor por Ele, e somos fortalecidos para viver para Ele, não para nós mesmos.
Como um exemplo de quanto o Evangelho é útil para o dia a dia, você pode memorizar Romanos 8.1, que declara o que a vida, a morte e a ressurreição de Jesus realizaram: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Uma vez que não há mais condenação da parte de Deus para aqueles que pertencem a Jesus, você pode andar na luz. Mesmo se você cair em pecado, ainda pode ir a Deus porque Ele prometeu não condená-lo. Cristo foi condenado por você. Isso traz esperança e libertação a alguém que possivelmente pense que não pode mais falhar de modo algum. Quando pecamos, sabemos que Cristo permanece diante de Deus como nosso Advogado a nosso favor, provando que pagou por todos os nossos pecados. Dominados por esse grande amor e graça, confessamos os nossos pecados e recebemos humildemente o perdão do nosso Pai.
Portanto, compreenda que o Evangelho não serve apenas para apresentar o não cristão a Cristo, mas, também, para a caminhada cristã diária. Independente de como você desempenhe a tarefa de trazer o Evangelho à memória de um familiar, certifique-se que o Evangelho tenha prioridade máxima em sua agenda diária para criar um relacionamento de intimidade com Deus que conduz a uma vida com propósito.                                                                                      
Ben Marshall  

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A ALEGRIA E O APRENDIZADO DO CONTENTAMENTO

Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp. 4.4).


O tema predominante na carta de Paulo aos Filipenses é a alegria. Nessa carta, ele diz aos cristãos: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp. 4.4). Paulo usou frases como “completai minha alegria” (2.2), “recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria” (2.29), “vós, também, pela mesma razão, alegrai-vos e congratulai-vos comigo (2.18), “fazendo sempre, com alegria, súplicas” (1.4), “alegrei-me, sobremaneira, no Senhor” (4.10) e “por isso me alegro, de fato, continuarei a alegrar-me (1.18). Paulo é conhecido como o teólogo da alegria porque a palavra “alegria” aparece 133 vezes no Novo Testamento e, destas, 50 estão nas treze cartas que são atribuídas ao apóstolo Paulo.
Paulo ensinou que a alegria não é apenas uma emoção ou um sentimento, mas, um estado mental caracterizado por paz e uma atitude cujo foco está além do interesse pessoal e das circunstâncias gerais da vida. Na vida cristã, é possível estar alegre, independentemente, dos altos e baixos, dos momentos de entusiasmo ou depressão que vivemos no dia a dia. O cristão pode estar alegre de qualquer maneira, pois a alegria vê além das circunstâncias de acordo com Aquele que é soberano e que está sobre todas as circunstâncias, Jesus Cristo. Ter alegria em Deus independe dos acontecimentos. Essa é uma forma confiante de olhar a vida, alicerçada na fé em Jesus Cristo, que está no controle total de tudo, sabem que “todas as coisas cooperam para o bem, daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom. 8.28).

Sem dúvida, é apropriado o apóstolo Paulo, que conheceu e expressou alegria em sua vida, declarar aos filipenses que ele havia aprendido o segredo de estar contente. Paulo estava acorrentado em uma prisão romana (Fp. 1.7, 13, 17), quando escreveu a Igreja de Filipos e declarou ousadamente: “Digo isto, não por cauã da pobreza, porque aprendi a viver contente e toda e qualquer situação” (Fp 4.11). A palavra “aprendi”, significa aprender pela experiência algo que está além do mero conhecimento intelectual, refere-se a algo que está sendo, de fato, praticado em sua vida através da apropriação daquilo que é verdadeiro.             
Dwight D. Ham  

UM LAR ABENÇOADO POR DEUS

Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; 
e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3.16)




Um lar abençoado por Deus é um lugar onde indivíduos aprendem diariamente as “linguagens do amor”. 
Gary Chapman, um especialista em aconselhamento conjugal, após 30 anos de experiência chegou à conclusão de que existem cinco linguagens do amor – cinco maneiras pelas quais as pessoas entendem o amor emocional. São elas: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico.
Em seu livro “A essência das cinco linguagens do amor” ele diz o seguinte: Se você conseguir identificar e aprender a falar a linguagem primordial do amor de seu cônjuge, creio que terá descoberto a chave para um casamento duradouro e cheio de afeto. O amor não precisa desaparecer depois do casamento, para mantê-lo vivo, porém, muitos de nós terão de se esforçar para aprender uma segunda linguagem do amor. 
No âmago da existência humana se encontra o desejo de ser íntimo e amado pelo outro. O casamento se destina a atender a essa necessidade de intimidade e de amor. É por essa razão que os antigos textos bíblicos falam sobre o marido e a esposa se tornando “uma só carne”. Isso não implica a perda da própria identidade; significa entrar na vida um do outro de uma maneira íntima e profunda. 
E, conseqüentemente, um lar onde pais aprendem e praticam as linguagens do amor, afeta radicalmente o comportamento das crianças que crescerão seguras emocionalmente e capazes de construir seus próprios lares dentro de um contexto saudável de relacionamentos.
Um lar abençoado por Deus segue o exemplo de Jesus Cristo que nos amou tanto a ponto de se entregar por nós a fim de tirar os nossos pecados. E Deus se agradou do sacrifício, que para ele chegou como aroma suave (Ef 5.1-2). Um lar abençoado por Deus é um lugar onde o amor sempre transborda… Transborda e triunfa!

A VERDADEIRA FÉ

Pela graça sois salvos mediante a fé” (Efésios 2.8)


            O que é fé? Ele responde: “A fé autêntica é mais como uma rendição pessoal do ego e suas exigências a algo maior que o eu”. Esta resposta se ajusta a Bíblia! Os heróis da fé (Hb 11) abriram mão de projetos pessoais, de seu eu, para atender às exigências de Deus. Abraão deixou tudo para atender ao propósito de Deus para sua vida. Veja Moisés: “Por amor de Cristo, considerou sua desonra uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a sua recompensa” (v. 26). A fé não é gerada pelo medo, mas é uma resposta a um chamado de Deus. Ela acaba com o medo. Volto a Morris: “Alguns dos melhores e mais extremos exemplos de heroísmo destemido em toda a história humana envolvem pessoas com uma fé religiosamente extraordinariamente forte. Considere os profetas, os apóstolos, os missionários e os fiéis leigos no decorrer dos séculos, que preferiram morrer a repudiar e abandonar sua crença”.
            Fé é compromisso. O evangelho tem sido mostrado como uma água com açúcar para que as pessoas se sintam bem. Isto explica porque há tanta desistência, gente que chega, é batizada e some. Não entendeu o evangelho. Jesus não pregou um refresco com pedrinha de gelo. Fez um chamado: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23).
            A fé é render-se a Deus, dedicar-se a ele, firmar votos, assumir um compromisso. É mais que esperar proteção e cumprir ritos para ver se a vida melhora. É achar-se dentro do propósito de Deus. É buscar a vontade de Deus e ajustar-se a ela.  Você tem fé ou mera religiosidade? 
Isaltino Gomes Coelho 

A FAMÍLIA É A BASE DA SOCIEDADE!

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” Sl 127.1.


A família é a primeira comunidade da raça humana. Ela surgiu antes de todas as instituições. Antes que se formassem os povos e as nações. Ela é o núcleo básico da sociedade.
“Criou Deus, pois, o homem a sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou…” Gn 1.27-28.
Deus é o criador da família. Portanto ele é o único que tem a autoridade e o direito de dizer o que é a família, para que existe e como deve funcionar.
“Por isso deixa o homem  pai e mãe, e se une a sua mulher, tornando-se  os dois uma só carne” Gn 2.24

Que Recursos Temos para a edificação da Família?

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” Sl 127.1.
a)     Temos instruções claras da palavra de Deus – Sl 19.7-9.
b)     Temos o fruto do Espírito Santo – Gl 5.22-23.
c)      Temos a valiosa ajuda do corpo de Cristo. Existem muitos irmãos no corpo de Cristo, maduros e com famílias bem formadas que são exemplo, e podem aconselhar e orientar a outros – Mt 28.20; Ef 4.15,16.

Qual é a Nossa Esperança e Fé para as Famílias da Igreja?

          Esperamos ter famílias que vivam a realidade do reino de Deus. Lares que O agradem. Cremos que Ele nos abençoa para que:
a)     Casais que convivam em harmonia e fidelidade.
b)     Filhos obedientes e que respeitem seus pais.
c)      Esposas submissas, maridos amorosos e responsáveis.
d)     Um povo que saiba trabalhar, estudar, progredir, casar, criar filhos, cuidar de suas casas com disciplina e ordem.
e)     Um povo de discípulos diligentes, responsáveis, generosos e que saibam servir.
f)     Um povo formado por famílias sadias e felizes, onde haja amor, paz e alegria.
            Fé é compromisso. O evangelho tem sido mostrado como uma água com açúcar 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A VERDADEIRA FÉ

Pela graça sois salvos mediante a fé” (Efésios 2.8)


O que é fé? Ele responde: “A fé autêntica é mais como uma rendição pessoal do ego e suas exigências a algo maior que o eu”. Esta resposta se ajusta a Bíblia! Os heróis da fé (Hb 11) abriram mão de projetos pessoais, de seu eu, para atender às exigências de Deus. Abraão deixou tudo para atender ao propósito de Deus para sua vida. Veja Moisés: “Por amor de Cristo, considerou sua desonra uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a sua recompensa” (v. 26). A fé não é gerada pelo medo, mas é uma resposta a um chamado de Deus. Ela acaba com o medo. Volto a Morris: “Alguns dos melhores e mais extremos exemplos de heroísmo destemido em toda a história humana envolvem pessoas com uma fé religiosamente extraordinariamente forte. Considere os profetas, os apóstolos, os missionários e os fiéis leigos no decorrer dos séculos, que preferiram morrer a repudiar e abandonar sua crença”.
            Fé é compromisso. O evangelho tem sido mostrado como uma água com açúcar para que as pessoas se sintam bem. Isto explica porque há tanta desistência, gente que chega, é batizada e some. Não entendeu o evangelho. Jesus não pregou um refresco com pedrinha de gelo. Fez um chamado: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23).
            A fé é render-se a Deus, dedicar-se a ele, firmar votos, assumir um compromisso. É mais que esperar proteção e cumprir ritos para ver se a vida melhora. É achar-se dentro do propósito de Deus. É buscar a vontade de Deus e ajustar-se a ela.  Você tem fé ou mera religiosidade? 
Isaltino Gomes Coelho 

sábado, 16 de abril de 2016

O que significa Perdoar?

Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, 
como também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Ef. 4.32).


Vocês são ordenados a perdoar: “Como também Deus, em Cristo, vos perdoou” O que isso significa? Deus diz: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro” (Is 43.25) e “...Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Jr 31.34).
Então, será que Deus tem amnésia? Claro que não. Deus é onisciente (conhece tudo) e sabia os seus pecados até mesmo antes de cometê-los. Quando a Bíblia fala a respeito de Deus “esquecer” nossos pecados, refere-se ao fato de que quando uma pessoa é realmente perdoada por Deus. Ele não os guarda para usar contra o pecador perdoado. Ele não os coloca em nossa conta. Em vez disso, Deus os coloca na contado do Senhor Jesus Cristo, que morreu na cruz para pagar o preço da penalidade dos pecadores culpados como você e eu. A morte de Cristo foi substitutiva. Ele morreu para levar o castigo pelo nosso pecado, para que nós, sendo pessoas salvas, possamos ser creditados com a Sua justiça. Quando cremos verdadeiramente no evangelho, Deus promete não utilizar nossos pecados contra nós. Em vez disso, Ele atribui a perfeita justiça de Seu Filho.
Perdão, portanto, é a primeira e principal promessa. Da mesma maneira que Deus prometeu não ficar relembrando os pecados aos pecadores arrependidos, nós, também, devemos prometer nãos nos ressentirmos dos pecados daqueles que já perdoamos. Você pode demonstrar essa promessa não fazendo três coisas para a pessoa perdoada. Primeiro, você não pode trazer à baila a ofensa da pessoa perdoada para usá-la contra ela. Segundo, você não pode discutir a ofensa perdoada com outras pessoas. E por último, não pode ficar relembrando a ofensa perdoada, mas, sim, lembrar-se de que você perdoou o seu ofensor. “da mesma maneira que Deus te perdoou em Cristo”. O amor não se ressente do mal (“não guarda rancor”) (1 Co 13.5)   
Lou Priolo

domingo, 10 de abril de 2016

VAMOS CONVERSAR?

“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Mc. 16.15).



Nós, cristãos, devemos compreender que a nossa tarefa é a da comunicação, esse deve ser o nosso foco. Considere, por exemplo, o texto bíblico sobre a Grande Comissão: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Mc. 16.15). “Pregar” é uma palavra de comunicação. Ou reflita sobre o texto da Grande Comissão em Mateus 28.19, 20: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. Nesse texto há o mandamento de “ensinar” que é uma forma essencial de fazer discípulos através da comunicação. Ainda, podemos, analisar o mandamento do apóstolo Paulo em Efésios 4.15 “Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”. Quando “a verdade” é comunicada, o cristão cresce e amadurece em Cristo.
Você sabia que Deus revela a Igreja, somente no Novo Testamento, mais de quarenta versículos para o trabalho de comunicação da verdade. Precisamos refletir sobre a tarefa da comunicação e o nosso relacionamento de Intimidade com Deus, para que possamos entender que essa é a nossa tarefa. Pois precisamos focar no desenvolvimento da nossa comunhão íntima com Deus mediada através da comunicação. Como comunicar o Evangelho? Percebe-se na leitura da Bíblia que a prioridade máxima de Deus para as atividades dos cristãos é a evangelização. Antes da ascensão de Jesus, Ele solicitou: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho” (Mc 16. 15). Igualmente, em Atos 1. 7 e 8. Mais importante seria um preparo sobrenatural específico, que nos tornem aptos para conversar e comunicar o Evangelho aos mais diversos ambientes do mundo. Por isso, dependemos do auxílio divino para que a mensagem seja eficaz. O Poder está na Palavra (Hb 4. 12) A Palavra de Deus é viva. Precisamos conhecê-la, guardá-la e utilizá-la como o tema principal da nossa mensagem evangelística. Todavia, há muito mais a se fazer e, para isso ocorrer, é preciso somarmos esforços para estabelecer a comunicação de Deus ao mundo.

NOSSO “DEUS” PACIFICADOR

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o
 vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.” (Fp. 4.7).



Há uma verdade central, registrada na Bíblia, que o nosso Deus é um Deus de paz, o Seu Filho é o Príncipe da Paz e Seu Espírito traz a paz. Qual a obra de Deus em nós? Ele estabeleceu a paz conosco, derramou a Sua paz sobre nós e, em nós, e nos chamou e nos capacitou a paz com os outros.
O que é paz? Comecemos definindo o que é paz. No Antigo Testamento, o termo “shalom” se refere à ideia de ausência de conflito (1Cr 22.9; Pv 17.1), entretanto, por toda a Bíblia, o termo tem uma extensão de significado bem mais ampla. Pode significar bem-estar do indivíduo, de grupos, de nações, prosperidade física e material (Sl 4.8; Lm 3.17; 1Sm 20.42; Ml 2.5; Êx 18.23; Gn 15.15; Zc 8.19). No Novo Testamento, a palavra paz tem seu sentido ampliado para a ideia de satisfação da ira de Deus por meio da morte de Cristo na cruz. Cristo veio para estabelecer a paz (Lc 2.14,29; 19.42), ele ensinou a necessidade de paz (Mt 5.9; Jo 14.27), e a trouxe por meio de sua morte e ressurreição (Rm 15.33ss).
A Bíblia registra uma ligação entre Deus e a paz, no mínimo de quatro maneiras. Temos a paz salvadora, que Deus estabeleceu conosco na cruz, e a profunda paz que Deus constantemente traz à nossa alma. Esses dois dons, por sua vez, proporcionam mais duas bênçãos para os crentes em Cristo. Eles nos capacitam a buscar a paz nos relacionamentos no curso desta vida. Além disso, eles nos garantem uma vida eterna de paz definitiva no mundo por vir.
Pense nos momentos em que você pode experimentar a presença pacificadora do Senhor e compartilhe com seus irmãos. Lembre da obra de Deus na sua vida e estabeleça um alvo para que você possa exercer a paz, mediando conflitos. Talvez tenha alguém na sua igreja, ou em sua família, que não esteja falando com outro irmão. Pense na possibilidade de ajudá-lo a restabelecer a paz.       Pr. Jonatas A. Moreira


segunda-feira, 28 de março de 2016

A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO

“Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também 
todos serão vivificados em Cristo” (1 Co. 15.22).



No Domingo de Páscoa celebramos a ressurreição de Jesus Cristo. Que dia maravilhoso é este para os cristãos se regozijarem em união. O mundo não o compreende, e isto é lamentável porque a ressurreição resolve os três maiores problemas da humanidade: a morte espiritual, a morte física e a vida sem esperança.
A Vida em Cristo. Todas as pessoas têm problemas, dificuldades e sofrimentos. Mas poucas entendem a verdadeira fonte deles. O apóstolo Paulo coloca as coisas da seguinte maneira: “Ele vos deu vida, estando vós mortos em vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo (...) entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.1-3).
Todos nós nascemos com uma velha natureza, fazendo com que estivéssemos espiritualmente mortos – cortados da presença de Deus. Podemos pensar que somos livres, mas estamos presos nas armadilhas do pecado. Algumas pessoas percebem esse fato quando são confrontadas com a Palavra de Deus e ali encontram as respostas que estiveram procurando.
Quando recebemos o dom da vida espiritual, somos postos em liberdade:“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo” (Ef 2.4-5).
A ressurreição de Jesus torna possível que você e eu recebamos o dom da vida espiritual por meio da graça de Deus, que nos alcança e restaura o nosso relacionamento com Ele, proporcionando-nos o perdão dos pecados: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).                                             
Richard D. Emmons

segunda-feira, 21 de março de 2016

A PÁSCOA E SUA HISTÓRIA

e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, 
quer sobre a terra, quer nos céus” (Cl. 1.20).


A Páscoa é uma festa antiga que remonta à em que o povo hebreu foi libertado da escravidão do Egito. Portanto, esta festa judaica celebra a saída do povo de Deus, do cativeiro do Egito, depois de mais de 400 anos de escravidão.
O que significa “Páscoa”. Essa é uma transliteração da palavra hebraica “pessach” que significa ‘passar por cima’, ao que se refere ao episódio da décima praga que Deus enviou ao Egito, quando o SENHOR ‘passou por cima’ das casas dos judeus no Egito sem que ferisse os seus primogênitos (Êxodo 11).
O que fez com que os judeus fossem poupados? Seguindo às ordens de DEUS, Moisés orientou as famílias do povo judeu a que sacrificassem um cordeiro e que, com o seu sangue aspergissem os umbrais e as vergas das portas de suas casas. Essa marca representava a redenção de Israel e, percebida pelo SENHOR, os livraria da décima praga e, por fim, de uma escravidão que já durava 400 anos (Êxodo 12).
Qual o objetivo da Páscoa? Em princípio servia como um memorial, deste grande livramento empreendido por DEUS em favor do seu povo. Essa festa era a mais importante celebração do povo judeu e, nela seguia-se o mesmo rito desde a sua instituição: sacrificava-se um cordeiro sem defeito, que era servido como alimento pelas famílias com ervas amargas e pães asmos (sem fermento). Contudo, ela prenunciava um evento mais significativo que foi o sacrifício de Jesus Cristo em nosso favor.
Todos os elementos da Páscoa apontam para o Messias que é Cristo. O povo sendo liberto do cativeiro do Egito, aponta para o povo de Deus em toda a terra sendo libertos do cativeiro do pecado e sua reaproximação com o DEUS único e verdadeiro.                                                                                               
Pr. Jonatas Alessandro Moreira

terça-feira, 15 de março de 2016

A VIDA DE ORAÇÃO DO CRISTÃO

“Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto;
 porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5).



A oração de um cristão é fundamental para uma vida de intimidade com Deus, por vários motivos. Primeiro: nada que tenha importância eterna acontece sem Deus. Jesus declarou: “porque sem mim nada podeis fazer”. O cristão que não cultiva um relacionamento íntimo com Deus, não será capaz de cumprir a Sua vontade. Simples assim. Muitos cristãos ainda têm dificuldade com a vida de oração. O grande desafio é que a oração não seja feita de maneira passiva sem qualquer ânimo. Os cristãos têm um grande desafio de terem uma vida de oração ativa, que busque ansiosamente os desígnios de Deus, com o propósito de entender que a oração conforme a vontade de Deus pode ser a tarefa mais desafiadora, exaustiva e trabalhosa e, mesmo assim, compensadora que um servo pode executar, conforme ensina Davi; “esperei confiantemente no Senhor” (Sl 40.1).
A oração, também, é essencial porque para ser um cristão espiritual, o servo deve ser cheio do Espírito Santo. O cristão não pode encher-se ele mesmo do Espírito Santo, só Deus pode fazer isso (Ef. 5.18). Embora todos os cristãos tenham a presença do Espírito Santo na vida, a condição de ser cheio do Espírito Santo vem de uma vida de oração concentrada, fervorosa e santificada. A promessa de Deus é: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).
A sabedoria de Deus é a recompensa para que tem uma vida de oração. O convite de Deus aos cristão é: “Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes”. A sabedoria do alto que irá conduzir o cristão, como auxílio divino, nas questões eternas do seu dia-a-dia.
A promessa de Deus é clara: “ Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Hoje, erga a sua cabeça e confie na promessa de Deus na vida de oração!                                                                      
Pr. Jonatas Alessandro Moreira

terça-feira, 8 de março de 2016

AS PEDRAS NÃO CLAMARÃO!

Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem,
 as próprias pedras clamarão.”. (Lc 19.40).



Com base nestas palavras de Jesus, vez por outra, alguém, desafiando a igreja à obra missionária, diz que se não pregarmos o evangelho, as pedras clamarão. A afirmação é bem intencionada, mas incorreta. Não foi isso que Jesus disse. Este equívoco ecoa há muito tempo em nosso meio, e é um tiro no pé.
O contexto esclarece bem. Os discípulos, entusiasmados com a entrada de Jesus em Jerusalém, começaram a louvar a Deus e a gritar: “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor; paz no céu e glória nas alturas”. Incomodados, os fariseus pediram que ele os repreendesse. Então ele deu a resposta contida em Lucas 19.40. Que é bem específica: “se estes se calarem”. Ele era o Rei prometido, o Messias esperado. Isso era tão gritante que se os discípulos se calassem, as pedras o proclamariam. O contexto não é de evangelização ou missões. Jesus não disse que pedras evangelizariam. Só seus seguidores podem fazer isto.
A tarefa de pregar o evangelho é tão restrita aos discípulos de Jesus, que os anjos gostariam de desempenhar esta tarefa (1Pe 1.12) e não conseguiram o privilégio. Se não evangelizarmos nem fizermos missões, ninguém o fará. Se as pedras clamassem em nosso silêncio, melhor seria fechar as juntas missionárias e enviar caminhões de brita para os campos. Devemos fazer missões!
Investir na obra missionária, manter missionários, orar por eles e dar-lhes condições de viverem e desempenharem sua tarefa é responsabilidade de toda a igreja de Cristo. Os missionários não são fracassados que, não dando certo na vida secular, optaram pela caridade eclesiástica. São pessoas que têm uma visão espiritual e comprometeram suas vidas com o evangelho. Merecem respeito. Eles são a elite das tropas de Deus.                                                                             
Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

CONDUZINDO À INTIMIDADE ESPIRITUAL

Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim.”. (Ex 19.14).


Esta semana temos a grata satisfação de celebrar mais um ano de organização da Igreja do Senhor Deus, que servimos, 3ª Igreja Presbiteriana de Carapicuíba. Podemos dizer que são 14 anos de muitas lutas e bênçãos, e damos mil vezes louvores pelas oportunidades presenciadas.
Creio que necessitamos sempre nos perguntar sobre o objetivo do Senhor Deus em plantar uma Igreja Presbiteriana na Cohab de Carapicuíba, um bairro com grande densidade demográfica e grandes carências espirituais e sociais. Há uma grande luta espiritual a ser travada na dimensão espiritual da Igreja.
Este ano o tema da Igreja é “Intimidade com Deus”, pois, cremos que o nosso maior desafio é conduzir a Igreja a um relacionamento de intimidade espiritual com Deus, que glorifique a Deus diariamente nas decisões e disposições diárias.
No texto de Êxodo a questão importante a ser compreendida é a expressão “e vos cheguei a mim”. Geralmente, pensamos que Deus libertou os israelitas a fim de levá-los à Terra Prometida, Canaã. Mas, não foi o que Deus declarou. O importante para Deus não era o território, mas o relacionamento. Deus libertou os israelitas para que eles pudessem ser livres para desenvolver um relacionamento íntimo de fé e obediência a Ele. O local era, simplesmente, um meio para o desenvolvimento dessa relação. O motivo de os israelitas terem passado quarenta anos peregrinando no deserto não foi Deus não ter conseguido dar-lhes a vitória em Canaã. Ele poderia fazê-lo facilmente. Contudo, Deus deixou-os no deserto por quarenta anos, a fim de estabelecer um relacionamento adequado com eles. O lugar era acessível, mas, o relacionamento ainda não havia chegado aonde Deus queria.
Infelizmente, depois que os israelitas entraram na Terra Prometida, eles passaram a ver o lugar como um fim em si mesmo, não como um meio de se relacionar com Deus.
Esse é o nosso desafio na 3º Igreja Presbiteriana de Carapicuíba, pois a Igreja alcançará todo o potencial quando soubermos distinguir a voz de Deus e obedecer, para que auxilie o Seu povo a enxergar e buscar cada vez mais a Intimidade com Deus num relacionamento diário para observar a ação diária milagrosa de Deus.
ANDE COM “DEUS” E RECONHEÇA A SUA VOZ!   
 (Adaptado) Jonatas A. Moreira.  

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O PRESENTE DE DEUS – A ESPERANÇA

E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, 
para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo”. (Rm 13.15).


O homem diz: “enquanto há vida, há esperança”, mas, a verdade mais profunda é: “enquanto há esperança, há vida”. Tirando a esperança, a vida, com sua variedade fascinante de oportunidades e experiências, se reduz à mera sobrevivência – desinteressante, não gratificante, desolada, monótona e repulsiva, um fardo e dor. Pessoas sem esperança, frequentemente, expressam seu senso de realidade e seus sentimentos sobre si mesmas dizendo que desejariam morrer e, algumas vezes, até tentam tirar a própria vida.
             A questão é que nós humanos vivemos muito em um futuro que imaginamos. Não decidimos ser assim, apenas somos. Olhar para frente, sonhar com coisas alegres que estão por vir, querer que continue o que é bom e que pare o que é mau e desejar um futuro que é melhor do que o passado é tão natural para nós quanto respirar. Como Alexander Pope disse de maneira pomposa: “A esperança brota eterna no peito do homem: o homem nunca é: mas sempre será abençoado”. Com certeza, há pessoas, famílias, grupos e culturas inteiras que são pessimistas, achando ser sábio não esperar nada de bom; mas, com essa atitude que não é alegre, também, não é natural, não mais do que o ateísmo é. Ambos são resultados da desilusão. Como os ateus se fecham por estarem desapontados e feridos, de alguma forma, pelo teísmo dos teístas, ou pelos seus expoentes, então o pessimismo flui da destruição do otimismo natural.
                Esperança gera energia, entusiasmo e disposição; falta de esperança produz somente apatia e inércia. Para um desenvolvimento humano completo – em distinção e parcialmente diminuído – temos necessidade de ter esperança em nossos corações.
           Precisamos de esperança? Sim. Os cristão podem ter esperança? Sim. Estamos além da esperança? Não. É a grandeza de nossa esperança uma indicação da bondade de Deus? Sim. A esperança da nossa salvação nos dá alegria, energia, fé e o desejo de sermos usados por Deus? Sim, sim, sim. Podemos esperar que Deus nos use cada dia, para sua glória, mesmo se não formos perfeitamente santificados? Essa é uma notícia maravilhosa? Sim.
                Boa esperança para você! Esperança como modo de vida, esperança como fonte de energia e esperança como fonte de alegria ao coração onde o louvor e oração irão fluir continuamente.                                                                 
(Adaptado) J. I. Parker. 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

UM “DEUS” PESSOAL

Eis o tabernáculo de Deus com os homens.(Ap. 21.3)


Há quem ame a humanidade e odeie o homem real e concreto. É fácil amar abstrações. Muita gente diz amar o povo e comete atrocidades contra o indivíduo! Em nome do povo fazem-se ditaduras de direita e de esquerda. Em nome da liberdade para o povo, tira-se a liberdade do povo. Humanidade e povo são abstrações. Deus não lida com o homem abstrato, com idealizações, mas com a pessoa. Seu trato com o homem nas páginas da Bíblia prova isso. Ele não disse: “Não temas, ó homenzinho…”, mas “Não temas, Abrão…” (Gn 15.1). Também não disse: “Ó homem, ó homem, não te chegues para cá…”, mas “Moisés, Moisés!” (Êx 3.4). Ele sabe os nomes das pessoas: “O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome” (Gn 35.10).
Jesus também lidou com o homem real, concreto, histórico e não com abstrações e conceitos. Não disse “Desce, ó baixinho!”, mas “Zaqueu, desce depressa…” (Lc 19.5). O Pai e o Filho sabem nossos nomes. Para o Estado somos um número. Para políticos, somos povo. Para outros, massa. Nas empresas, um código de barras. Para Deus somos pessoas, indivíduos. Ele nos conhece. “Os teus olhos viram a minha substância informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles” (Sl 139.16). Além de nos conhecer, tem um propósito para nós. Não somos acidente da natureza ou produto do acaso. Somos criação de um Deus pessoal, não de uma energia cósmica, força cega, impessoal, mas de um Deus de amor. Um Deus relacional. A maior prova de seu desejo de se relacionar conosco se vê na pessoa de Jesus. Ele morou aqui. “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós…” (Jo 1.14). E graças à misericórdia de Deus, um Deus pessoal e relacional, este desejo dele de viver com os homens, um dia se concretizará definitivamente: “Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles” (Ap 21.3).Cremos em Jesus. Não numa força, numa energia, ou na natureza. Cremos num Deus pessoal, relacional, que entrou na história na pessoa humana concreta, temporal e espacial chamada Jesus. E que um dia nos levará para vivermos com ele. Por causa da obra de Jesus.Cremos num Deus que ama pessoas, e num Salvador que sabe nosso nome. Ele sabe quem somos. Não creia em anjos, espíritos, magnetismo ou vibrações cósmicas. Creia no Deus Verdadeiro e no seu bendito Filho, Jesus Cristo, sua manifestação histórica! Nisto vale a pena crer!                                                          
Pr. Isaltino Gomes Coelho (in memoriam).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

CONTENTAMENTO COMO ORDEM PARA INTIMIDADE COM DEUS

fazei tudo sem murmurações nem contendas” (Fp. 2.14)


O apóstolo Paulo, recomendou o seguinte: “fazei tudo sem murmurações nem  contendas” (Fp. 2.14). O “tudo” refere-se ao que Paulo havia dito antes: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós, tanto o querer como o realizar (vv. 12-13). Em outras palavras, enquanto Deus está operando em sua vida, esteja certo de que você não terá do que se queixar.
A vida nem sempre nos supre com aquilo que gostaríamos. Deus permite que sejamos aprovados para ajudar-nos a orar, confiar e ser gratos por aquilo que temos. Ao longo de toda a Bíblia, há mandamentos para que sejamos contentes: “Contetai-vos com o vosso soldo” (Lc. 3.14); “grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento... Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1 Tm. 6.6, 8); “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes” (Hb. 13.5).
Os obstáculos para o contentamento são a queixa e a contestação. A palavra traduzida por “murmurar” em Filipenses 2.14 é gongusmos. É uma palavra onomatopaica de aborrecimento e murmúrio: Seu som e significado referem-se a murmuração, uma expressão de descontentamento e resmungo em voz baixa. É a palavra usada na tradução grega do Antigo Testamento para indicar os murmuradores de Israel. Expressa uma atitude negativa de queixa, uma rejeição emocional à vontade de Deus.
A palavra grega traduzida por “contestação” (dialogismos) é mais intelectual por natureza. Ela refere-se a questionamento e crítica. Isso ocorre quando uma lamúria emocional em um debate com Deus (como aconteceu com Jó). Começamos a discutir com Deus sobre por que as coisas são da maneira como são ou por que temos de fazer o que Ele espera que façamos. Achamos que temos uma concepção melhor do que Deus sobre emprego, casamento, igreja, lar ou qualquer outra situação na qual nos encontramos.
O apóstolo Paulo disse que há um meio melhor para viver: desenvolver a nossa vida cristã sem nos queixar. É uma atitude mais em sintonia com a vida como ela é. Estamos vivendo num mundo degradado. Ele e as pessoas a nossa volta nem sempre são do modo como gostaríamos. Quando nos queixamos deles, ofendemos a Deus e somos submetidos a Seu julgamento. Tiago advertiu”irmãos, não vos queixeis uns dos outros para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas” (Tg. 5.9). John MacArthur Jr.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Intimidade – como podemos conhecer a Deus?

 A palavra do Senhor, porém, permanece eternamente (1 Pe 1.25)



Toda humanidade está cativa no planeta Terra, presa ao tempo e ao espaço e cercada pelo Universo. Muitas pessoas sentem, no mais profundo o seu ser, que existe um poder supremo, ou Deus. Assim, tentam descobrir como podem conhecer esse Ser Supremo. O resultado dessa busca é a religião, a invenção do homem na sua tentativa de encontrar a Deus. O cristianismo, entretanto, ensina que não encontramos Deus, porque Deus já nos encontrou. Ele se manifesta a nós por meio de Sua Palavra. No Antigo e no Novo Testamento, na Bíblia, temos a revelação de Deus.
A Bíblia serve de elo a toda a história da humanidade. Durante todos esses séculos, Deus sempre se revelou, porque comunicar-se faz parte de sua natureza. Deus fala porque deseja que suas criaturas o conheçam. Francis Schaeffer, referindo-se a Deus, escreveu: “Ele está lá e não está em silêncio”
No princípio Deus falou e o universo foi criado do nada. Lemos como ele falou com Adão, com Abraão, com Moisés e com os profetas. Os judeus entendiam Deus como um Deus que fala e sempre ouviam, por meio dos seus mensageiros a expressão: “Assim diz o SENHOR”. Lemos, frequentemente, nos livros dos profetas: Portanto, dize-lhes: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros (Zc 1.3). por todo o livro do profeta Ezequiel, lemos: “e Ele me disse”, quanto Deus falou com Ezequiel e chamou-o de “Filho do Homem”, 91 vezes (Ez 2.1; 3.3,4, 10).
Quando Jesus veio ao mundo, foi chamado de Verbo (Palavra). Era um nome apropriado para a revelação de Deus na forma humana – a Palavra Viva. No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai (Jo 1.1, 14).
Aquilo que Deus falou não muda. Para sempre, ò Senhor está firmada a tua palavra no céu (Sl 119.89). Jesus disse: Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão (Mt 24.35). Pedro escreveu:. A palavra do Senhor, porém, permanece eternamente (1 Pe 1.25)                   
John MacArthur Jr.