quarta-feira, 21 de abril de 2010

PEDRO

“E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles...Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão...”Lucas 6.13,14
Pedro é, sem dúvida, o mais conhecido dos apóstolos do Senhor Jesus. Pescador do Mar da Galiléia, homem simples. Fazia parte do grupo íntimo dos três discípulos que estavam com Jesus na transfiguração (Lc 9.28-29). Tinha o temperamento impulsivo, sendo o primeiro a falar e o primeiro a agir. Por isto, certo dia quase se afogou ((Mt 14.28-32).
Assim como nós, Pedro era contraditório: falava quando devia estar pensando, dormia quando devia estar acordado, agia quando devia ficar quieto. Uma vez ele confessou “O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo”; logo depois Jesus precisou falar para ele: “saia da minha frente, Satanás”; porque começou a falar contra os planos de Jesus e estava sendo uma pedra de tropeço (Mt 16.16-17; 16.22-23).
Foi chamado por Jesus três vezes – Para ser seu discípulo (Jô 1.40-42; para ser seu companheiro constante (Mt 4.19); e para ser seu apóstolo (Mt 10.2).
Ele negou que conhecia a Jesus, por três vezes – Pouco antes de Jesus ser julgado, havia dito que estaria sempre ao Seu lado eu que morreria com ele se fosse preciso, mas enquanto Jesus estava sendo preso, passou a seguí-lo de longe, com medo que desconfiassem que ele era um discípulo de Jesus, e ele negou que o conhecesse (Mc 14.66-72).
Ele afirmou que amava a Jesus, três vezes, após a ressurreição – Apesar de ter negado Jesus, Ele lhe deu mais uma chance, restaurou-o, e mandou que ele tomasse conta de suas ovelhas (Jo 21.15-17).
Jesus tratava cada pessoa de um modo diferente. Ele sabia lidar com as pessoas. Ele sabia lidar com Pedro. Ele também sabe como lidar comigo e com você. “Venham comigo e eu ensinarei vocês a pescar gente” (Mt 4.19).
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

domingo, 18 de abril de 2010

ANDRÉ

“E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles...Simão, a quem acrescentou o nome de Pedro, e André, seu irmão...” Lucas 6.13,14

O nome André vem do grego e quer dizer robusto, varonil (aparência física). Vida de pescador exige muito exercício físico... Ele vivia na pequena cidade de Betsaida, perto do Mar da Galiléia.
Seu encontro com Jesus: Ele estava com outro discípulo acompanhando João Batista. De repente Jesus passou e João Batista disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Eles seguiram Jesus e passaram o dia todo conversando com Jesus (Jô 1.35-39).
Ele traz seu irmão: Após aquele encontro, André ficou convencido que Jesus era o Messias. Então ele chamou Pedro e o levou até Jesus (Jo 1.41-42).
Seu chamado: Uns dias mais para frente, enquanto estavam lançando as redes, Jesus os chamou para andar com ele, e disse que daquela hora em diante, eles seriam “pescadores de homens” (Mt 4. 18-20).
Participa de um milagre: certo dia havia muita gente reunida para ouvir Jesus, e eles precisavam alimentar aquela multidão. Então André levou até Jesus um rapaz que tinha um pequeno lanche (5 pães e 2 peixes), com o qual o Mestre fez o grande milagre da multiplicação (Jo 6.35). Ele aprendeu que Jesus é aquele que satisfaz todas as nossas necessidades.
André e a evangelização: Diferentemente de Pedro que sempre falou a grandes multidões, André ia falando de Jesus um a um. Certo dia surgiram uns gregos querendo ver a Jesus, e André não teve dúvida em apresentá-los ao Mestre (Jo 12.20-22). Jesus não se preocupava apenas com grandes multidões: Ele valorizava também o encontro com um indivíduo (Lc 19.2-4).
André aparece pouco nos evangelhos, mas sempre levando alguém para encontrar-se com Jesus. Quantas pessoas você já levou a Jesus este ano?
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Culto de Adoração

“Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.”
Mateus 4.10 b

Todo cristão precisa entender e praticar a adoração bíblica, porque Deus nos ordenou repetidamente que façamos isso (Dt 6.13; Mt 4.10); porque a verdadeira adoração é uma confirmação da nossa salvação em Cristo (Jô 4.23,24); e, porque a ausência da verdadeira adoração e a presença da falsa adoração causam o terrível julgamento de um Deus ciumento (1 Sm13.8-14).
A vida do povo de Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento sempre foi caracterizada pela adoração (Gn 8.20; At 2. 46,47). Assim, todo crente tem obrigação de compreender sua importância e praticá-la continuamente.
Adoração é o reconhecimento do valor único de um objeto e a demonstração de honra e respeito a ele. As palavras bíblicas como honra, respeito, temor, culto, reverência e glorificação são, com freqüência, usadas como sinônimo de “adoração”. Sua prática não está limitada às reuniões públicas. Deus exige de nós a adoração pessoal e particular como modo de vida, mas também deseja que o adoremos com outros crentes.
Alguns princípios da adoração conjunta:
1) O foco da verdadeira adoração é Deus – Salmo 96.7.
2) Os participantes da verdadeira adoração reagem ativamente a Deus com todo o seu ser (interiormente e exteriormente) - Salmo 95.6;
3) Elementos da adoração conjunta:
a- Preparação – Salmo 15;
b- Ouvir a Palavra - Mat 13.9;
c- Orar com e pelo corpo – João 17;
d- Cantar para o Senhor e para os outros – Ef 5. 18, 19.
e- Observar as ordenanças (batismo e ceia) – Mt 28.19, 26.26.
f- Contribuir (dízimos e ofertas) – Malaquias 3.8
g- Servir uns aos outros (dons) – 1 Pedro 4.10
Rev. Jonas M. Cunha (Adaptado)

sábado, 3 de abril de 2010

MARIA MADALENA

“Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras?...
Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas.”João 20.15, 17


É uma maravilhosa previdência de Deus que a primeira pessoa a quem o Senhor ressuscitado apareceu tenha sido uma mulher, e que ela tenha sido também a primeira pessoa que se incumbiu de proclamar o evangelho da ressurreição a outros.
Não seria isso uma afirmação da feminilidade num tempo em que as mulheres não eram consideradas testemunhas confiáveis? Essa mulher privilegiada foi Maria Madalena. Os Evangelhos não dizem muito sobre ela. Mas sabemos que ela esteve ao lado da cruz até o amargo fim e seguiu o cortejo fúnebre até o jardim e viu Jesus ser sepultado. Trinta e seis horas depois, ela e outras mulheres voltaram, encontraram a entrada do sepulcro aberta e constataram que o corpo havia desaparecido. Então ela correu para alertar Pedro e João do acontecido. Eles foram depressa até o sepulcro, enquanto ela os seguiu devagar. Quando chegou lá novamente, eles já haviam partido e ela estava só.
Primeiro vemos Maria chorando, pois pensava ter perdido aquele que a tratara com dignidade, amor e respeito. Jesus, no entanto, não a havia deixado, como ela pensava. Ao contrário, ele estava ali a seu lado, ressuscitado, mas ela não o reconheceu. Depois, ela está agarrada a Jesus. Ele lhe diz: “Não me detenhas” (v.17). Os apóstolos foram convidados a tocar o corpo de Jesus a fim de constatar que ele não era um fantasma; a razão por que Maria foi proibida de segurá-lo é que seu gesto simbolizava o tipo errado de relacionamento com o Messias ressurreto.
Maria precisava aprender que não poderia retomar a velha amizade familiar de que desfrutara antes com Jesus. Uma vez que ele subisse aos céus, um novo relacionamento se tornaria possível.
Ao imaginarmos Maria chorando e se agarrando ao Mestre, percebemos os erros contrastantes que cometeu. Ela chorou porque pensou que o havia perdido para sempre, e agarrou-se a ele porque pensou que o tinha de volta do mesmo modo de o tivera antes.
Rev. Jonas M. Cunha (extraído de A BÍBLIA TODA O ANO TODO)

sábado, 27 de março de 2010

O ESPÍRITO SANTO E MISSÕES

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra..” Atos 1.8

John Stott disse: “A igreja sem o Espírito Santo é morta”.
No livro de Atos dos Apóstolos, o Espírito Santo é citado mais de 50 vezes. Ali vemos que Ele foi enviado para capacitar os crentes para a realização de sua tarefa. Ele concede os dons para o serviço e o poder para a realização do trabalho.
Notamos também que o resultado de uma vida cheia do Espírito Santo é o testemunho. Portanto, nós não conseguimos realizar a tarefa de evangelização sem Seu auxílio, ou antes, sem nos colocar a disposição dEle para sermos usados. Ele é o executivo da obra missionária. Temos que nos submeter ao Espírito Santo, para que Ele nos capacite e nos use para a realização da tarefa.
A pergunta que eu quero fazer então é esta: você tem convicção em seu coração de que Deus quer que a igreja cresça? Se a resposta for afirmativa, não podemos ficar parados. E a próxima coisa é perguntar para Ele o que Ele quer que você faça. Então, se dispor a obedecê-lo. Se não temos essa convicção, não adianta fazer nada, ou, nada pode ser feito!
Só quando o profeta Jonas se rendeu e se dispôs a obedecer, ele foi usado por Deus, e toda a grande cidade de Nínive se arrependeu e foi salva. Pode acontecer como na vida de Jeremias e Ezequiel, em que foram obedientes, mas de acordo com o plano de Deus, não tiveram um resultado de conversões. Mas se não formos submissos e obedientes, jamais teremos resultado!
Concluindo, há dois perigos: 1) Querer fazer a obra por nós mesmos sem nos submeter ao Espírito Santo, portanto, sem Sua atuação; e, 2) Não querer fazer a obra, negligenciado a tarefa e desobedecendo a ordem do Senhor. Precisamos deixar de confiar em nós para a realização da obra e confiar e nos submeter ao Senhor, o Espírito Santo.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

segunda-feira, 22 de março de 2010

O JUSTO JUÍZO DE DEUS

“Sinal evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito estais sofrendo.” 2 Tessalonicenses 1.5


Deus é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é juiz de todos os homens (Hb 12.23). Ele julga hoje e julgará os vivos e os mortos (1 Pe 4.5). Deus como juiz possui quatro características fundamentais: Ele possui autoridade para legislar e julgar; Ele é justo e julga com justiça; Ele é capaz de discernir a verdade; Ele é competente para executar a sentença.
Em Romanos 2, Paulo resume o ensino acerca do juízo de Deus sobre os homens, com sete afirmações: 1) O juízo de Deus é inevitável – Rm 2.1-3; 2) O juízo de Deus é segundo a verdade – Rm 2.2; 3) O juízo de Deus é justo – Rm 2.5; 4) O juízo de Deus é individual e de acordo com o procedimento – Rm 2.6; 5) O juízo de Deus é imparcial – Rm 2.11; 6) O juízo de Deus será revelador – Rm 2.16; 7) O juízo de Deus será conforme o evangelho – Rm 2.16.
Para os Tessalonicenses, Paulo fala sobre o reto ou o justo juízo de Deus. Ele faz algumas afirmações importantes:
1. O justo juízo de Deus recompensa com paciência os cristãos atribulados – 2 Ts 1.5. Deus retribui com perseverança o crente perseguido, pois a perseverança na perseguição levará o crente ao céu.
2. O justo juízo de Deus retribui com aflição aqueles que perseguem a igreja – 2 Ts 1.6. Deus proíbe o cristão de promover a vingança (Rm 12.17-20), mas Deus dará a paga os perseguidores da igreja.
3. O justo juízo de Deus remunerará com vida eterna os cristãos e com eterna destruição aqueles que não conhecem a Deus – 2 Ts 1.7-10. Em sua segunda vinda Cristo vem para julgar a terra. Um dia desconhecido pelos homens, mas determinado por Deus (Mt 24.36; 2 Tm4.8). Jesus se manifestará de forma gloriosa (Mt 25.31). Haverá dois tipos de recompensa para dois tipos de pessoas: alívio ou descanso de toda forma de sofrimento para os afligidos e perseguidos por amor a Jesus (Jo 16.33); vingança divina contra os que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho (excluídos da presença de Deus)Mt 7.23
Rev. Arival Dias Casimiro – I.P.Pinheiros

sábado, 20 de março de 2010

Palestra para professores da Escola dominical e interessados

Palestrante Rev. Gildásio
Próximo sábado (27/03) às 15h00

segunda-feira, 15 de março de 2010

Aprendendo com as críticas

A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos Insensatos derrama a estultícia. Provérbios 15.2

Algo que percebemos no dia-a-dia é o fato de receber críticas. Todos os dias alguém tem algo para falar da nossa pessoa ou de alguma atitude. A grande verdade é que a crítica faz parte da vida e quem trabalha em equipe ou realiza alguma atividade para o público acaba sempre recebendo uma parcela dela, seja crítica justa ou não.
Devemos compreender que lidar com a crítica é um desafio enorme e que multas vezes causa dor e dificuldades no coração da gente. Muitas vezes as críticas partem de injustiças que frequentemente se baseiam na Inveja. Geralmente elas são fruto do espírito competitivo que há no ser humano. E a chave para aprender com as críticas é nunca levá-las para o lado pessoal e aprendermos a adornar a nossa boca com a sabedoria e conhecimentos divinos. Quando fazemos isto seguindo o conselho de Salomão, passamos a elogiar as pessoas que estão ao nosso redor mesmo que não sejamos lembrados neste quesito.
Quando as críticas não penetram o nosso coração, mas produzem mais crescimentos, estamos preparados para o elogio a outros. Porque o nosso coração não estará azedo e poderá ver o belo de Deus na vida dos nossos amigos.
Algumas dicas para refletirmos e vivermos:
• Comemoremos as vitórias do nosso próximo sempre;
• Quando formos criticados, avaliemos o que é verdade e não deixemos a vingança tomar conta do coração;
• Nós não somos os melhores de todos, temos falhas e precisamos aprender com as críticas vindas principalmente dos amigos;
• Determinemos a validade da crítica. Pensemos atentamente nela. Oremos sobre ela a fim de que Deus nos ajude a aceitar as mudanças que sejam necessárias. Tenhamos a determinação para fazer mudanças na vida;
• Cuidado para não falarmos mal das pessoas, Salomão trata isto como Insensatez e estultícia;
• Sejamos humildes em tudo o que fizermos lembrando sempre da graça de Deus na vida.
Rev. Alcindo Almeida – I.P.B.Lapa

quinta-feira, 4 de março de 2010

Não Duvide das Intenções de Deus

“Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra... os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” Isaías 55.9

Se Deus me ama e é tão poderoso, por que Ele permite que eu sofra, ou passe por dificuldades?
A história de Jesus andando sobre o mar, de Mateus capítulo 14, versos 22 a 33, é bem conhecida, e com valioso ensinamento sobre este assunto.
Em primeiro lugar, vimos que Jesus mesmo compeliu os discípulos a embarcar sozinhos para atravessar o lago, onde eles foram pegos por uma tempestade.
Satanás quer que nós duvidemos do amor e do poder de Deus. Ele não quer que creiamos na Palavra de Deus (veja como ele tentou Eva – Gênesis 3.1-6). Jesus ao término do Sermão do Monte (Mateus 7.24-27), ensina que dificuldades virão sobre todos: os crentes verdadeiros e os crentes só de nome, para provar a nossa fé. Sendo que o crente verdadeiro será capaz de glorificar a Deus, mesmo no meio das provações, enquanto o outro não vai suportar e vai mostrar que não tinha fé.
Em segundo lugar, vemos que Jesus não os abandonou. Ele foi ter com os discípulos no meio da tempestade, e trouxe palavras de ânimo.
Deus nos ama e é fiel, Ele nunca nos deixa sozinhos na hora do sufoco. O Salmo 27, verso 10 diz: “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá”.
Em terceiro lugar, Jesus manifesta o Seu poder. Ele salvou Pedro que estava submergindo e ao entrar no barco o vendo cessou, e todos reconheceram que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus.
Paulo escrevendo aos Romanos (capítulo 8, verso31), nos ensina que devemos confiar no poder de Deus (não só quando as coisas vão bem): “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Complicações da Vida

“Por que, pois, me chamareis Noemi, visto que o SENHOR se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido?” Rute 1.21
Quando encontramos Noemi nas Escrituras, vemos que sua vida era cheia de problemas. Ela e seu esposo saíram para habitar em Moabe, em busca de comida durante uma época de fome. Enquanto estavam naquela terra, seus dois filhos casaram com mulheres moabitas e a vida era boa, até que seu marido e os dois filhos morreram; e ela viúva não podia sair daquela terra estranha.
Embora honesta a respeito de sua dor, Noemi obviamente sabia quem estava no controle: “O Senhor se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido” (Rute 1.21).
A palavra hebraica para “Todo-Poderoso” (Shaddai) indica a suficiência de Deus para qualquer situação. A palavra “SENHOR” (Jeová) refere-se à Sua fidelidade como o Deus amoroso que cumpre a Sua aliança. Eu gosto como Noemi juntou estas duas palavras. Em meio às suas queixas, ela nunca esqueceu que seu Deus era um Deus capaz e fiel. E, sem dúvida, ele provou Sua capacidade em libertá-la e Sua fidelidade ao cuidar dela até o fim.
Se parecer que não há saída para o seu desespero, lembre-se que o Deus de Noemi também é o seu Deus. E Ele é especialista em lidar com nossos problemas e obter resultados gloriosos e bons. Felizmente, Ele é ambas as coisas: capaz e fiel. Assim, quando sua vida estiver complicada, lembre-se quem o seu Deus é!
Rev. Jonas M. Cunha(extraído de Nosso Andar Diário)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

União e Crescimento

“A fim de que todos sejam um!”João 17.21a

A unidade entre os crentes se expressa em nos amarmos uns aos outros, assim como o Pai e o Filho se amam.
É esta unidade entre o Pai e o Filho que torna a nossa unidade (entre nós) possível. Só os regenerados, e que estão no Pai e no Filho, são também espiritualmente um e oferecem um fronte unido diante do mundo.
Esta unidade tem um propósito: “a fim de que o mundo (os incrédulos, pessoas sem a salvação) creia que tu me enviaste”.
Quando estamos unidos na fé, unidos diante do mundo, exercemos uma influência. Quando os crentes mostram em suas vidas que têm estado com o Senhor, suas ações e atitudes (que falam mais alto que suas palavras) apontarão para Cristo como a fonte de sua força moral e espiritual.
Então as pessoas começarão a pensar favoravelmente n’Ele, e quando o Espírito Santo produz em seu coração esta forma de pensar, estes homens, que até então pertenciam ao mundo, crerão que os maravilhosos relatos sobre Jesus são realmente verdade.
Portanto, é absolutamente necessária esta unidade para que a pregação do Evangelho seja considerada e as pessoas sejam convertidas.
Rev. Jonas M. Cunha(adaptado)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O que tem para o jantar?

“depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui!”Gênesis 22.1
Eu mal posso imaginar convidar amigos especiais para o jantar, e então colocar sobras de comida no microondas para lhes servir. Mas se o fizesse, isto indicaria muita coisa sobre o que eu verdadeiramente sinto por eles.
Dar a Deus as sobras das nossas vidas diz tudo sobre o verdadeiro valor que Ele tem para nós. Quando Deus pediu a Abraão que lhe entregasse Isaque como um ato de adoração, Gênesis 22.1 chamou isto de uma prova. Uma prova para ver se havia algo em sua vida que Abraão valorizava mais do que a Deus.
Não é muito diferente conosco. Há épocas nas quais Deus requer algo realmente importante para fazer a Sua obra. Ele nos pedirá para abrirmos mão de nossos instintos naturais de vingança para que possamos transmitir Seu amor que perdoa, perdoando os nossos inimigos. Pode pedir também para sacrificarmos porções do nosso tempo, dinheiro ou conforto para promover a sua causa. Ou Ele pode requerer que permitamos que nossos filhos e filhas vão à lugares distantes para contar aos outros do Seu amo salvador. A nossa resposta ao que Ele nos pede, diz muito sobre o que nós verdadeiramente sentimos por Ele.
Qualquer um pode oferecer sobras. Somente aqueles que amam a Deus acima de tudo, vão servir-lhe o melhor.
Nenhum de nossos sacrifícios é grande o suficiente para Aquele que tudo sacrificou.
Rev. Jonas M. Cunha(extraído: Nosso Andar Diário)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sonhando os sonhos de Deus

“Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito.” Gênesis 45.8


A Bíblia pode ser chamada de “livro dos sonhos”, porque suas páginas estão repletas de narrativas falando a respeito de sonhos que várias pessoas tiveram, em diferentes época e situações. Desde a advertência de Deus ao rei Abimeleque por causa de Sara (Gn 20.3), passando pelo sonho de Nabucodonosor da Babilônia (Dn 2.1), e de José a respeito do filho de Maria, nosso Salvador (Mt 1.20-23). Muitos outros foram registrados.
Segundo os textos bíblicos, o sonho é uma visão que se produz durante o sono, e era uma maneira de Deus revelar o porvir aos homens, algumas vezes concedendo também explicações necessárias, embora esta modalidade seja considerada inferior à Palavra direta de Deus ao seu servo (Moisés – Nm 12.6-8). Opondo aos sonhos dos falsos profetas a Palavra de Deus, Jeremias dizia: “Que tem a palha com o trigo?” (Jr 23.28).
Jacó sonhou com uma escada que ligava os céus à terra, figura de Jesus Cristo, mediador entre Deus e os homens (Gn 28.12). José foi chamado de “sonhador” por seus irmãos, e sua história mostra que ele realmente entendia de sonhos, pois interpretou os sonhos dos servos de Faraó quando estavam na prisão e o sonho do próprio Faraó (Gn 40.5-8, 20-22. e Gn 41.1-4, 28-32). Porém o próprio José havia sonhado anos antes (Gn 37.5-10). O sonho de José cumpriu-se. Ele se tornou o governador do Egito, na presença do qual, toda sua família, além dos egípcios e pessoas vindas de vários lugares se prostraram.
Sonhar também pode significar desejar muito algo. O fato é que José não pensou que tivessem de passar por tanto sofrimento para ver seu sonho se tornar realidade. Mas o sonho de José era o que Deus tinha planejado para ele e para o cumprimento do Seu plano redentor. O sonho de José era o sonho de Deus, vinha de Deus. E os seus?
Rev. Jonas M. Cunha

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O FILHO DE ABRAÃO

 “São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque.” Gênesis 25.19
Após esperar, por cerca de 25 anos, “o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido” (Gn 21.1), e Abraão teve um filho de Sara, a quem pôs o nome de Isaque.
A Bíblia não fala muito a respeito de Isaque, porém uma rápida leitura do livro de Gênesis nos faz ver que Ele teve uma vida feliz e abençoada.  Seu nascimento, já foi algo especial e motivo de grande alegria, pois seus pais já eram bem velhos quando ele nasceu, sem contar que sua mãe era estéril (Gn 21.6).  Ainda bem jovem, se submeteu a seu pai e a Deus, quando o Senhor pos Abraão a prova, pedindo que seu filho amado fosse oferecido como sacrifício.
O “filho da promessa”, também teve outra prova do amor de Deus, quando este lhe concedeu uma esposa, vindo de longe, de entre a parentela de seu pai, conforme a linda história narrada no capítulo 24 de Gênesis.  E mais uma vez provou da bondade de Deus, quando orou por sua mulher (que era estéril), “e o SENHOR lhe ouviu as orações” e ela concebeu gêmeos (Gn 25.21 e 24).  Além disso, ele que já era rico pela herança que Abraão havia lhe deixado, se tornou mais rico ainda (Gn 26.13), sendo reconhecido como “o abençoado do SENHOR” (Gn 26.29).
Qual o segredo da vida de Isaque? Primeiramente, ele era alvo da benção de Deus por causa da Aliança que Deus havia feito com Abraão e seus descendentes.  Em segundo lugar, ele vivia em comunhão com o SENHOR.  E, além disso, ele era obediente à voz de Deus.
Notamos que uma coisa está diretamente relacionada a outra, e cada um de nós podemos ter a mesma vida feliz e abençoada que Isaque teve, ao aceitarmos a Cristo como Salvador e seguirmos o exemplo de Isaque.  (Gn 12.3)
Você já se tornou um filho de Abraão?  (Lucas 19.9)
Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

NOSSO CHEFE É DEUS

“O Deus dos céus estabelecerá um reino...
destruirá todos os reinos...” Daniel 2.44

Daniel demonstrou incrível coragem perante o mais poderoso rei do seu tempo. Nabucodonosor era impiedoso com as nações que resistiam às suas campanhas militares e inspirava terror a seus próprios conselheiros.
Ainda mais incrível é que, mesmo servindo a um imperador injusto e opressivo, Daniel ainda interpretou o sonho daquele homem. Suas ações eram altamente visíveis e influentes, especialmente porque Daniel servia ao governo da Babilônia com grande habilidade, competência, integridade e sabedoria. Através dos anos de serviço, os vários tiranos que se sucederam naquele trono descobriram que precisavam de Daniel por causa de suas qualidades excepcionais: ele era confiável, e não era corrupto nem negligente.
Daniel, entretanto, jamais negociou seus princípios e sempre soube que servia apenas ao Reino do Deus celestial.
Hoje, muitos cristãos ao redor do mundo estão trabalhando pra instituições como bancos, empresas, universidades, exército e para o próprio governo. Vamos orar para que eles sirvam bem com seus dons espirituais, com competência, energia, integridade e sabedoria. Para que sejam confiáveis, e que sempre sirvam em primeiro lugar ao reino eterno.
Pense: Por mais que sirvamos a homens poderosos neste mundo, nosso chefe é sempre Deus.

Rev. Jonas M. Cunha-(extraído de CADA DIA)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Precisamos Orar

“Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.”Atos 1.14

Qual é a maior necessidade da Igreja?
Alguns podem responder: mais máquinas (Vídeo cassete, computadores, datashow, etc). Outros responderiam: novas organizações no lugar das tradicionais sociedades internas ou outras junto com estas. E não faltariam aqueles que responderiam: novos métodos e, mais recursos financeiros.
Não há nada de errado nisto. É lícito e devemos usar estas coisas na igreja, para a realização de sua obra e crescimento, porém, estas coisas são complementares. O que é essencial e que a igreja necessita com urgência é de pessoas a quem o Espírito Santo possa usar = mais homens e mulheres de oração.
“Quando trabalhos, nós trabalhamos. Quando nós oramos, Deus trabalha.”
Infelizmente,as igreja, hoje, dependem de tantos outros recursos e negligenciam a oração. Ela é o recurso especial que Deus nos deu. Algo acontece conosco e com a igreja quanto oramos!
A igreja de Atos não possuía grandes recursos: não tinha dinheiro, não tinha patrimônios, não tinha literatura impressa, nem meios de comunicação, não tinha representatividade política, e nem liberdade religiosa. Mas por meio da oração Deus trabalhava pela igreja.
A Igreja em Atos punha em prática aquilo que viu Jesus fazer e ensinar.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

UM NOVO ANO, UM NOVO TEMPO

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3.1

Haveria algum assunto do qual se tem falado mais do que o tempo? Quem não procura mais tempo para fazer o que deseja?
Embora o mundo esteja sempre buscando novos dispositivos para remir o tempo, a verdade é que o homem moderno está cada vez mais apressado, e sem tempo. Isso é verdade em casa, no trabalho e na igreja.
Alguém já afirmou que a coisa mais justa da vida é o tempo. Todos têm o mesmo número de horas no dia, a mesma quantidade de dias na semana, no mês e no ano.
Cada um de nós recebeu do Senhor uma nova quota, uma nova porção. Teoricamente, cada um de nós recebeu novos 365 dias. Como usá-lo com sabedoria?
Certamente, cada um de nós usará o tempo de uma forma diferente, de acordo com os compromissos que já possui com família, escola, trabalho, igreja, namoro, etc... É certo, também, que Deus tem um propósito especial na vida de cada um de nós. Por isto, não existe um roteiro único para todos, mas cada um de nós deve submeter-se a soberana vontade do Pai celeste e humildemente perguntar como Ele deseja que o tempo que Ele nos deu seja usado.
Mas, Deus deixou-nos alguns princípios em Sua Palavra para orientar-nos. Em Eclesiastes 3.1-8, aprendemos que há um momento adequado para cada coisa: é inconveniente tentar fazer certas coisas antes da hora, ou deixar para depois. Também não dá para fazer tudo o que aparece.
Você já perguntou para Deus quais são as prioridades que Ele quer que você tenha na sua vida este ano? Faça isto agora mesmo! Quando menos esperamos, o fim do ano vai chegar.

Rev. Jonas M. Cunha-(Adaptado)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A EXPECTATIVA CONTINUA

 Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Lucas 2:25




Muita gente acordou esta manhã pensando se hoje será o dia em que seu filho ou neto vai nascer.
Outros, podem ter começado o dia esperando reencontrar uma pessoa querida, ou uma solução para seus
problemas, ou alguma outra boa notícia. Outros, ainda, pensando na violência das ruas ou em algo triste ou desgradável. Quem sabe?
Simeão acordava cada manhã com a promessa de Deus, de que algum dia veria o Ungido do Senhor. A noite, ia dormir um pouco desapontado, triste, e isso por semanas, meses e anos.
Um dia, entretando, o Espírito Santo disse a Simeão que a espera havia terminado, para ele e para o mundo! Então, Simeão foi ao pátio do Templo, com os olhos abertos para algum sinal do Messias! Sua voz fraca ergueu-se em louvor, suas mãos trémulas se elevaram ao Alto quando ele viu o bebê!
Muitos pensamentos vieram à nossa mente quando acordamos esta manhã. Seria bom lembrar sempre o que todos estamos esperando. Esperamos que Cristo volte. Antecipamos sua volta cada vez que celebramos a Ceia do Senhor. Antecipamos sua volta a cada Natal, lembrando de sua primeira vinda e isso por anos e anos.

Pense: Natal é a celebração da Primeira Vinda de Cristo e a esperança da Segunda Vinda.

Extraido do CADA DIA

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Cruz: Acesso Autorizado

“Porque, por ele,... temos acesso ao Pai...” Efésios 2.18


“Acesso negado” ou “senha inválida” são frases comuns para pessoas que usam a Internet ou o caixa eletrônico. Aparecem todas as vezes que digitamos a senha de maneira incorreta.
Esse pode ser um problema simples de resolver no computador ou no banco, mas o caso certamente não é o mesmo para o paciente cujo convênio médico negou acesso a uma cirurgia necessária.
“Acesso negado” pode ser também uma sentença de morte para o refugiado que procura asilo numa nova nação, ou uma fonte de profundo sofrimento para pais que tentam restabelecer contato com um filho que deixou o lar e se recusa a atendê-los.
O apóstolo Paulo nos ensina que Jesus nos garante acesso a Deus. Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado. Por meio de Jesus, recebemos todos os benefícios do mais completo plano de assistência espiritual, com cobertura total e personalizada, além de todos os privilégios de cidadania da maior e mais importante nação existente: o reino dos céus.
Nesse “convênio” sem igual, a única “carência” é a fé irrestrita em Jesus, o Salvador cuja morte na cruz nos garantiu o acesso à presença de Deus Pai.
Pense: Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado.

Rev. Jonas M. Cunha
(Extraído de Cada Dia)