sábado, 27 de março de 2010

O ESPÍRITO SANTO E MISSÕES

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra..” Atos 1.8

John Stott disse: “A igreja sem o Espírito Santo é morta”.
No livro de Atos dos Apóstolos, o Espírito Santo é citado mais de 50 vezes. Ali vemos que Ele foi enviado para capacitar os crentes para a realização de sua tarefa. Ele concede os dons para o serviço e o poder para a realização do trabalho.
Notamos também que o resultado de uma vida cheia do Espírito Santo é o testemunho. Portanto, nós não conseguimos realizar a tarefa de evangelização sem Seu auxílio, ou antes, sem nos colocar a disposição dEle para sermos usados. Ele é o executivo da obra missionária. Temos que nos submeter ao Espírito Santo, para que Ele nos capacite e nos use para a realização da tarefa.
A pergunta que eu quero fazer então é esta: você tem convicção em seu coração de que Deus quer que a igreja cresça? Se a resposta for afirmativa, não podemos ficar parados. E a próxima coisa é perguntar para Ele o que Ele quer que você faça. Então, se dispor a obedecê-lo. Se não temos essa convicção, não adianta fazer nada, ou, nada pode ser feito!
Só quando o profeta Jonas se rendeu e se dispôs a obedecer, ele foi usado por Deus, e toda a grande cidade de Nínive se arrependeu e foi salva. Pode acontecer como na vida de Jeremias e Ezequiel, em que foram obedientes, mas de acordo com o plano de Deus, não tiveram um resultado de conversões. Mas se não formos submissos e obedientes, jamais teremos resultado!
Concluindo, há dois perigos: 1) Querer fazer a obra por nós mesmos sem nos submeter ao Espírito Santo, portanto, sem Sua atuação; e, 2) Não querer fazer a obra, negligenciado a tarefa e desobedecendo a ordem do Senhor. Precisamos deixar de confiar em nós para a realização da obra e confiar e nos submeter ao Senhor, o Espírito Santo.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

segunda-feira, 22 de março de 2010

O JUSTO JUÍZO DE DEUS

“Sinal evidente do reto juízo de Deus, para que sejais considerados dignos do reino de Deus, pelo qual, com efeito estais sofrendo.” 2 Tessalonicenses 1.5


Deus é o juiz de toda a terra (Gn 18.25). Ele é juiz de todos os homens (Hb 12.23). Ele julga hoje e julgará os vivos e os mortos (1 Pe 4.5). Deus como juiz possui quatro características fundamentais: Ele possui autoridade para legislar e julgar; Ele é justo e julga com justiça; Ele é capaz de discernir a verdade; Ele é competente para executar a sentença.
Em Romanos 2, Paulo resume o ensino acerca do juízo de Deus sobre os homens, com sete afirmações: 1) O juízo de Deus é inevitável – Rm 2.1-3; 2) O juízo de Deus é segundo a verdade – Rm 2.2; 3) O juízo de Deus é justo – Rm 2.5; 4) O juízo de Deus é individual e de acordo com o procedimento – Rm 2.6; 5) O juízo de Deus é imparcial – Rm 2.11; 6) O juízo de Deus será revelador – Rm 2.16; 7) O juízo de Deus será conforme o evangelho – Rm 2.16.
Para os Tessalonicenses, Paulo fala sobre o reto ou o justo juízo de Deus. Ele faz algumas afirmações importantes:
1. O justo juízo de Deus recompensa com paciência os cristãos atribulados – 2 Ts 1.5. Deus retribui com perseverança o crente perseguido, pois a perseverança na perseguição levará o crente ao céu.
2. O justo juízo de Deus retribui com aflição aqueles que perseguem a igreja – 2 Ts 1.6. Deus proíbe o cristão de promover a vingança (Rm 12.17-20), mas Deus dará a paga os perseguidores da igreja.
3. O justo juízo de Deus remunerará com vida eterna os cristãos e com eterna destruição aqueles que não conhecem a Deus – 2 Ts 1.7-10. Em sua segunda vinda Cristo vem para julgar a terra. Um dia desconhecido pelos homens, mas determinado por Deus (Mt 24.36; 2 Tm4.8). Jesus se manifestará de forma gloriosa (Mt 25.31). Haverá dois tipos de recompensa para dois tipos de pessoas: alívio ou descanso de toda forma de sofrimento para os afligidos e perseguidos por amor a Jesus (Jo 16.33); vingança divina contra os que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho (excluídos da presença de Deus)Mt 7.23
Rev. Arival Dias Casimiro – I.P.Pinheiros

sábado, 20 de março de 2010

Palestra para professores da Escola dominical e interessados

Palestrante Rev. Gildásio
Próximo sábado (27/03) às 15h00

segunda-feira, 15 de março de 2010

Aprendendo com as críticas

A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos Insensatos derrama a estultícia. Provérbios 15.2

Algo que percebemos no dia-a-dia é o fato de receber críticas. Todos os dias alguém tem algo para falar da nossa pessoa ou de alguma atitude. A grande verdade é que a crítica faz parte da vida e quem trabalha em equipe ou realiza alguma atividade para o público acaba sempre recebendo uma parcela dela, seja crítica justa ou não.
Devemos compreender que lidar com a crítica é um desafio enorme e que multas vezes causa dor e dificuldades no coração da gente. Muitas vezes as críticas partem de injustiças que frequentemente se baseiam na Inveja. Geralmente elas são fruto do espírito competitivo que há no ser humano. E a chave para aprender com as críticas é nunca levá-las para o lado pessoal e aprendermos a adornar a nossa boca com a sabedoria e conhecimentos divinos. Quando fazemos isto seguindo o conselho de Salomão, passamos a elogiar as pessoas que estão ao nosso redor mesmo que não sejamos lembrados neste quesito.
Quando as críticas não penetram o nosso coração, mas produzem mais crescimentos, estamos preparados para o elogio a outros. Porque o nosso coração não estará azedo e poderá ver o belo de Deus na vida dos nossos amigos.
Algumas dicas para refletirmos e vivermos:
• Comemoremos as vitórias do nosso próximo sempre;
• Quando formos criticados, avaliemos o que é verdade e não deixemos a vingança tomar conta do coração;
• Nós não somos os melhores de todos, temos falhas e precisamos aprender com as críticas vindas principalmente dos amigos;
• Determinemos a validade da crítica. Pensemos atentamente nela. Oremos sobre ela a fim de que Deus nos ajude a aceitar as mudanças que sejam necessárias. Tenhamos a determinação para fazer mudanças na vida;
• Cuidado para não falarmos mal das pessoas, Salomão trata isto como Insensatez e estultícia;
• Sejamos humildes em tudo o que fizermos lembrando sempre da graça de Deus na vida.
Rev. Alcindo Almeida – I.P.B.Lapa

quinta-feira, 4 de março de 2010

Não Duvide das Intenções de Deus

“Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra... os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” Isaías 55.9

Se Deus me ama e é tão poderoso, por que Ele permite que eu sofra, ou passe por dificuldades?
A história de Jesus andando sobre o mar, de Mateus capítulo 14, versos 22 a 33, é bem conhecida, e com valioso ensinamento sobre este assunto.
Em primeiro lugar, vimos que Jesus mesmo compeliu os discípulos a embarcar sozinhos para atravessar o lago, onde eles foram pegos por uma tempestade.
Satanás quer que nós duvidemos do amor e do poder de Deus. Ele não quer que creiamos na Palavra de Deus (veja como ele tentou Eva – Gênesis 3.1-6). Jesus ao término do Sermão do Monte (Mateus 7.24-27), ensina que dificuldades virão sobre todos: os crentes verdadeiros e os crentes só de nome, para provar a nossa fé. Sendo que o crente verdadeiro será capaz de glorificar a Deus, mesmo no meio das provações, enquanto o outro não vai suportar e vai mostrar que não tinha fé.
Em segundo lugar, vemos que Jesus não os abandonou. Ele foi ter com os discípulos no meio da tempestade, e trouxe palavras de ânimo.
Deus nos ama e é fiel, Ele nunca nos deixa sozinhos na hora do sufoco. O Salmo 27, verso 10 diz: “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá”.
Em terceiro lugar, Jesus manifesta o Seu poder. Ele salvou Pedro que estava submergindo e ao entrar no barco o vendo cessou, e todos reconheceram que Ele era verdadeiramente o Filho de Deus.
Paulo escrevendo aos Romanos (capítulo 8, verso31), nos ensina que devemos confiar no poder de Deus (não só quando as coisas vão bem): “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”
Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Complicações da Vida

“Por que, pois, me chamareis Noemi, visto que o SENHOR se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido?” Rute 1.21
Quando encontramos Noemi nas Escrituras, vemos que sua vida era cheia de problemas. Ela e seu esposo saíram para habitar em Moabe, em busca de comida durante uma época de fome. Enquanto estavam naquela terra, seus dois filhos casaram com mulheres moabitas e a vida era boa, até que seu marido e os dois filhos morreram; e ela viúva não podia sair daquela terra estranha.
Embora honesta a respeito de sua dor, Noemi obviamente sabia quem estava no controle: “O Senhor se manifestou contra mim e o Todo-Poderoso me tem afligido” (Rute 1.21).
A palavra hebraica para “Todo-Poderoso” (Shaddai) indica a suficiência de Deus para qualquer situação. A palavra “SENHOR” (Jeová) refere-se à Sua fidelidade como o Deus amoroso que cumpre a Sua aliança. Eu gosto como Noemi juntou estas duas palavras. Em meio às suas queixas, ela nunca esqueceu que seu Deus era um Deus capaz e fiel. E, sem dúvida, ele provou Sua capacidade em libertá-la e Sua fidelidade ao cuidar dela até o fim.
Se parecer que não há saída para o seu desespero, lembre-se que o Deus de Noemi também é o seu Deus. E Ele é especialista em lidar com nossos problemas e obter resultados gloriosos e bons. Felizmente, Ele é ambas as coisas: capaz e fiel. Assim, quando sua vida estiver complicada, lembre-se quem o seu Deus é!
Rev. Jonas M. Cunha(extraído de Nosso Andar Diário)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

União e Crescimento

“A fim de que todos sejam um!”João 17.21a

A unidade entre os crentes se expressa em nos amarmos uns aos outros, assim como o Pai e o Filho se amam.
É esta unidade entre o Pai e o Filho que torna a nossa unidade (entre nós) possível. Só os regenerados, e que estão no Pai e no Filho, são também espiritualmente um e oferecem um fronte unido diante do mundo.
Esta unidade tem um propósito: “a fim de que o mundo (os incrédulos, pessoas sem a salvação) creia que tu me enviaste”.
Quando estamos unidos na fé, unidos diante do mundo, exercemos uma influência. Quando os crentes mostram em suas vidas que têm estado com o Senhor, suas ações e atitudes (que falam mais alto que suas palavras) apontarão para Cristo como a fonte de sua força moral e espiritual.
Então as pessoas começarão a pensar favoravelmente n’Ele, e quando o Espírito Santo produz em seu coração esta forma de pensar, estes homens, que até então pertenciam ao mundo, crerão que os maravilhosos relatos sobre Jesus são realmente verdade.
Portanto, é absolutamente necessária esta unidade para que a pregação do Evangelho seja considerada e as pessoas sejam convertidas.
Rev. Jonas M. Cunha(adaptado)

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O que tem para o jantar?

“depois dessas coisas, pôs Deus Abraão à prova e lhe disse: Abraão! Este lhe respondeu: Eis-me aqui!”Gênesis 22.1
Eu mal posso imaginar convidar amigos especiais para o jantar, e então colocar sobras de comida no microondas para lhes servir. Mas se o fizesse, isto indicaria muita coisa sobre o que eu verdadeiramente sinto por eles.
Dar a Deus as sobras das nossas vidas diz tudo sobre o verdadeiro valor que Ele tem para nós. Quando Deus pediu a Abraão que lhe entregasse Isaque como um ato de adoração, Gênesis 22.1 chamou isto de uma prova. Uma prova para ver se havia algo em sua vida que Abraão valorizava mais do que a Deus.
Não é muito diferente conosco. Há épocas nas quais Deus requer algo realmente importante para fazer a Sua obra. Ele nos pedirá para abrirmos mão de nossos instintos naturais de vingança para que possamos transmitir Seu amor que perdoa, perdoando os nossos inimigos. Pode pedir também para sacrificarmos porções do nosso tempo, dinheiro ou conforto para promover a sua causa. Ou Ele pode requerer que permitamos que nossos filhos e filhas vão à lugares distantes para contar aos outros do Seu amo salvador. A nossa resposta ao que Ele nos pede, diz muito sobre o que nós verdadeiramente sentimos por Ele.
Qualquer um pode oferecer sobras. Somente aqueles que amam a Deus acima de tudo, vão servir-lhe o melhor.
Nenhum de nossos sacrifícios é grande o suficiente para Aquele que tudo sacrificou.
Rev. Jonas M. Cunha(extraído: Nosso Andar Diário)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sonhando os sonhos de Deus

“Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito.” Gênesis 45.8


A Bíblia pode ser chamada de “livro dos sonhos”, porque suas páginas estão repletas de narrativas falando a respeito de sonhos que várias pessoas tiveram, em diferentes época e situações. Desde a advertência de Deus ao rei Abimeleque por causa de Sara (Gn 20.3), passando pelo sonho de Nabucodonosor da Babilônia (Dn 2.1), e de José a respeito do filho de Maria, nosso Salvador (Mt 1.20-23). Muitos outros foram registrados.
Segundo os textos bíblicos, o sonho é uma visão que se produz durante o sono, e era uma maneira de Deus revelar o porvir aos homens, algumas vezes concedendo também explicações necessárias, embora esta modalidade seja considerada inferior à Palavra direta de Deus ao seu servo (Moisés – Nm 12.6-8). Opondo aos sonhos dos falsos profetas a Palavra de Deus, Jeremias dizia: “Que tem a palha com o trigo?” (Jr 23.28).
Jacó sonhou com uma escada que ligava os céus à terra, figura de Jesus Cristo, mediador entre Deus e os homens (Gn 28.12). José foi chamado de “sonhador” por seus irmãos, e sua história mostra que ele realmente entendia de sonhos, pois interpretou os sonhos dos servos de Faraó quando estavam na prisão e o sonho do próprio Faraó (Gn 40.5-8, 20-22. e Gn 41.1-4, 28-32). Porém o próprio José havia sonhado anos antes (Gn 37.5-10). O sonho de José cumpriu-se. Ele se tornou o governador do Egito, na presença do qual, toda sua família, além dos egípcios e pessoas vindas de vários lugares se prostraram.
Sonhar também pode significar desejar muito algo. O fato é que José não pensou que tivessem de passar por tanto sofrimento para ver seu sonho se tornar realidade. Mas o sonho de José era o que Deus tinha planejado para ele e para o cumprimento do Seu plano redentor. O sonho de José era o sonho de Deus, vinha de Deus. E os seus?
Rev. Jonas M. Cunha

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O FILHO DE ABRAÃO

 “São estas as gerações de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou a Isaque.” Gênesis 25.19
Após esperar, por cerca de 25 anos, “o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido” (Gn 21.1), e Abraão teve um filho de Sara, a quem pôs o nome de Isaque.
A Bíblia não fala muito a respeito de Isaque, porém uma rápida leitura do livro de Gênesis nos faz ver que Ele teve uma vida feliz e abençoada.  Seu nascimento, já foi algo especial e motivo de grande alegria, pois seus pais já eram bem velhos quando ele nasceu, sem contar que sua mãe era estéril (Gn 21.6).  Ainda bem jovem, se submeteu a seu pai e a Deus, quando o Senhor pos Abraão a prova, pedindo que seu filho amado fosse oferecido como sacrifício.
O “filho da promessa”, também teve outra prova do amor de Deus, quando este lhe concedeu uma esposa, vindo de longe, de entre a parentela de seu pai, conforme a linda história narrada no capítulo 24 de Gênesis.  E mais uma vez provou da bondade de Deus, quando orou por sua mulher (que era estéril), “e o SENHOR lhe ouviu as orações” e ela concebeu gêmeos (Gn 25.21 e 24).  Além disso, ele que já era rico pela herança que Abraão havia lhe deixado, se tornou mais rico ainda (Gn 26.13), sendo reconhecido como “o abençoado do SENHOR” (Gn 26.29).
Qual o segredo da vida de Isaque? Primeiramente, ele era alvo da benção de Deus por causa da Aliança que Deus havia feito com Abraão e seus descendentes.  Em segundo lugar, ele vivia em comunhão com o SENHOR.  E, além disso, ele era obediente à voz de Deus.
Notamos que uma coisa está diretamente relacionada a outra, e cada um de nós podemos ter a mesma vida feliz e abençoada que Isaque teve, ao aceitarmos a Cristo como Salvador e seguirmos o exemplo de Isaque.  (Gn 12.3)
Você já se tornou um filho de Abraão?  (Lucas 19.9)
Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

NOSSO CHEFE É DEUS

“O Deus dos céus estabelecerá um reino...
destruirá todos os reinos...” Daniel 2.44

Daniel demonstrou incrível coragem perante o mais poderoso rei do seu tempo. Nabucodonosor era impiedoso com as nações que resistiam às suas campanhas militares e inspirava terror a seus próprios conselheiros.
Ainda mais incrível é que, mesmo servindo a um imperador injusto e opressivo, Daniel ainda interpretou o sonho daquele homem. Suas ações eram altamente visíveis e influentes, especialmente porque Daniel servia ao governo da Babilônia com grande habilidade, competência, integridade e sabedoria. Através dos anos de serviço, os vários tiranos que se sucederam naquele trono descobriram que precisavam de Daniel por causa de suas qualidades excepcionais: ele era confiável, e não era corrupto nem negligente.
Daniel, entretanto, jamais negociou seus princípios e sempre soube que servia apenas ao Reino do Deus celestial.
Hoje, muitos cristãos ao redor do mundo estão trabalhando pra instituições como bancos, empresas, universidades, exército e para o próprio governo. Vamos orar para que eles sirvam bem com seus dons espirituais, com competência, energia, integridade e sabedoria. Para que sejam confiáveis, e que sempre sirvam em primeiro lugar ao reino eterno.
Pense: Por mais que sirvamos a homens poderosos neste mundo, nosso chefe é sempre Deus.

Rev. Jonas M. Cunha-(extraído de CADA DIA)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Precisamos Orar

“Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele.”Atos 1.14

Qual é a maior necessidade da Igreja?
Alguns podem responder: mais máquinas (Vídeo cassete, computadores, datashow, etc). Outros responderiam: novas organizações no lugar das tradicionais sociedades internas ou outras junto com estas. E não faltariam aqueles que responderiam: novos métodos e, mais recursos financeiros.
Não há nada de errado nisto. É lícito e devemos usar estas coisas na igreja, para a realização de sua obra e crescimento, porém, estas coisas são complementares. O que é essencial e que a igreja necessita com urgência é de pessoas a quem o Espírito Santo possa usar = mais homens e mulheres de oração.
“Quando trabalhos, nós trabalhamos. Quando nós oramos, Deus trabalha.”
Infelizmente,as igreja, hoje, dependem de tantos outros recursos e negligenciam a oração. Ela é o recurso especial que Deus nos deu. Algo acontece conosco e com a igreja quanto oramos!
A igreja de Atos não possuía grandes recursos: não tinha dinheiro, não tinha patrimônios, não tinha literatura impressa, nem meios de comunicação, não tinha representatividade política, e nem liberdade religiosa. Mas por meio da oração Deus trabalhava pela igreja.
A Igreja em Atos punha em prática aquilo que viu Jesus fazer e ensinar.
Rev. Jonas M. Cunha (adaptado)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

UM NOVO ANO, UM NOVO TEMPO

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3.1

Haveria algum assunto do qual se tem falado mais do que o tempo? Quem não procura mais tempo para fazer o que deseja?
Embora o mundo esteja sempre buscando novos dispositivos para remir o tempo, a verdade é que o homem moderno está cada vez mais apressado, e sem tempo. Isso é verdade em casa, no trabalho e na igreja.
Alguém já afirmou que a coisa mais justa da vida é o tempo. Todos têm o mesmo número de horas no dia, a mesma quantidade de dias na semana, no mês e no ano.
Cada um de nós recebeu do Senhor uma nova quota, uma nova porção. Teoricamente, cada um de nós recebeu novos 365 dias. Como usá-lo com sabedoria?
Certamente, cada um de nós usará o tempo de uma forma diferente, de acordo com os compromissos que já possui com família, escola, trabalho, igreja, namoro, etc... É certo, também, que Deus tem um propósito especial na vida de cada um de nós. Por isto, não existe um roteiro único para todos, mas cada um de nós deve submeter-se a soberana vontade do Pai celeste e humildemente perguntar como Ele deseja que o tempo que Ele nos deu seja usado.
Mas, Deus deixou-nos alguns princípios em Sua Palavra para orientar-nos. Em Eclesiastes 3.1-8, aprendemos que há um momento adequado para cada coisa: é inconveniente tentar fazer certas coisas antes da hora, ou deixar para depois. Também não dá para fazer tudo o que aparece.
Você já perguntou para Deus quais são as prioridades que Ele quer que você tenha na sua vida este ano? Faça isto agora mesmo! Quando menos esperamos, o fim do ano vai chegar.

Rev. Jonas M. Cunha-(Adaptado)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A EXPECTATIVA CONTINUA

 Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Lucas 2:25




Muita gente acordou esta manhã pensando se hoje será o dia em que seu filho ou neto vai nascer.
Outros, podem ter começado o dia esperando reencontrar uma pessoa querida, ou uma solução para seus
problemas, ou alguma outra boa notícia. Outros, ainda, pensando na violência das ruas ou em algo triste ou desgradável. Quem sabe?
Simeão acordava cada manhã com a promessa de Deus, de que algum dia veria o Ungido do Senhor. A noite, ia dormir um pouco desapontado, triste, e isso por semanas, meses e anos.
Um dia, entretando, o Espírito Santo disse a Simeão que a espera havia terminado, para ele e para o mundo! Então, Simeão foi ao pátio do Templo, com os olhos abertos para algum sinal do Messias! Sua voz fraca ergueu-se em louvor, suas mãos trémulas se elevaram ao Alto quando ele viu o bebê!
Muitos pensamentos vieram à nossa mente quando acordamos esta manhã. Seria bom lembrar sempre o que todos estamos esperando. Esperamos que Cristo volte. Antecipamos sua volta cada vez que celebramos a Ceia do Senhor. Antecipamos sua volta a cada Natal, lembrando de sua primeira vinda e isso por anos e anos.

Pense: Natal é a celebração da Primeira Vinda de Cristo e a esperança da Segunda Vinda.

Extraido do CADA DIA

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Cruz: Acesso Autorizado

“Porque, por ele,... temos acesso ao Pai...” Efésios 2.18


“Acesso negado” ou “senha inválida” são frases comuns para pessoas que usam a Internet ou o caixa eletrônico. Aparecem todas as vezes que digitamos a senha de maneira incorreta.
Esse pode ser um problema simples de resolver no computador ou no banco, mas o caso certamente não é o mesmo para o paciente cujo convênio médico negou acesso a uma cirurgia necessária.
“Acesso negado” pode ser também uma sentença de morte para o refugiado que procura asilo numa nova nação, ou uma fonte de profundo sofrimento para pais que tentam restabelecer contato com um filho que deixou o lar e se recusa a atendê-los.
O apóstolo Paulo nos ensina que Jesus nos garante acesso a Deus. Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado. Por meio de Jesus, recebemos todos os benefícios do mais completo plano de assistência espiritual, com cobertura total e personalizada, além de todos os privilégios de cidadania da maior e mais importante nação existente: o reino dos céus.
Nesse “convênio” sem igual, a única “carência” é a fé irrestrita em Jesus, o Salvador cuja morte na cruz nos garantiu o acesso à presença de Deus Pai.
Pense: Jesus é a “senha” que nos permite chegar ao Criador e desfrutar de sua paz e cuidado.

Rev. Jonas M. Cunha
(Extraído de Cada Dia)

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Restauração

“A lei do Senhor é perfeita, e restaura a alma.” Salmo 19.7a

Os resultados da leitura da Bíblia na vida das pessoas é algo extraordinário! Dentre os muitos benefícios que ela traz está o da restauração.Segundo o minidicionário Aurélio, a palavra “restaurar” tem os seguintes significados: 1. Por em bom estado, refazendo ou consertando o quebrado, renovando o deteriorado, repondo o que se gastou; 4. restabelecer.
Há muitos exemplos de pessoas que tiveram suas vidas arruinadas pelo pecado, vícios e problemas de saúde diversos e espirituais também, que foram restauradas pelo poder de Jesus. Por isto, quando os discípulos de João Batista foram perguntar a Jesus se ele era o Messias, ele responde: “Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho.” (Mt 11.4-5)
Por causa disto, muitas comunidades terapêuticas adotaram o Livro Sagrado como instrumento-chave na reabilitação de dependentes químicos. Entre outras coisas, a mensagem bíblica tem se demonstrado uma importante aliada, devolvendo a estas pessoas a auto-estima e semeando esperança.
Não apenas os viciados, mas também os seus familiares são afetados. Conforme o testemunho da mãe de um jovem de 26 anos, viciado em crack: “a doença do meu filho me deixou codependente. Tem hora que só Deus para ajudar.”
Mas além disso, a leitura e meditação da Bíblia também age de forma preventiva, evitando que muitos jovens (em geral a partir dos 12 anos de idade), adentrem por este caminho. “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.” (Salmo 119.9)
Você está lendo a Bíblia? Está incentivando outros a ler?

Rev. Jonas M. Cunha

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Confie!

“Clamaram a ti, e foram libertados: em ti confiaram,
e não se decepcionaram”Salmo 22.5


Esdras liderou um grupo de judeus no retorno a Jerusalém após a libertação do cativeiro na Babilônia. Antes de partirem, jejuaram e oraram. Esdras ficou envergonhado de pedir ao rei alguns soldados para protegê-los dos perigos do caminho, pois tinha dito que Deus protege todos os que confiam nele. Então, clamaram pela proteção divina: pediram que Deus abençoasse aquela viagem e desse segurança para suas famílias e as muitas posses que estavam transportando. A viagem de aproximadamente 1.500 quilômetros levou quatro meses. Deus atendeu à oração e eles chegaram em paz. Como é importante ter confiança em Deus! Esdras sempre dizia que o sucesso deles era resultado da ajuda que recebiam da boa mão de Deus. Por isso, quando estava diante de algum perigo, ele recorria ao Senhor. Se buscarmos a Deus com confiança, nossa vida pode ser abençoada e protegida, mesmo que nos faltem alguns recursos ou amigos.
A confiança de Esdras estava baseada na força do Senhor e no que ele já tinha feito e no que ele já tinha visto Deus realizar na vida deles. Muitas vezes, nós, mesmos já tendo passado por várias experiências em que p Senhor nos ajudou, ainda temos dificuldades em confiar nEle.
É preciso acreditar. Deus pode nos livrar dos maiores perigos que tivermos que enfrentar. Um grande exemplo bíblico disto foi quando o rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro e ordenou que todos se curvassem a ela. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego desafiaram a ordem do rei e preferiram arriscar a sua própria vida a adorar outro deus. Fizeram isto porque confiaram em Deus. Eles disseram ao rei que Deus poderia livrá-los da morte na fornalha quente e confiavam nisso, mas mesmo se Deus não fizesse o que esperavam eles seriam fiéis e não adorariam a imagem (Daniel 3.17-18). Como o grupo de Esdras, eles também não foram decepcionados.
“DEUS NÃO DECEPCIONA QUEM NELE CONFIA.”

Rev. Jonas M. Cunha (extraído de Pão Diário)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vestimenta

“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu,da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.”Apocalipse 21.2

A vestimenta ou simplesmente roupa, é algo importante para nossa vida. Há roupas para todas as ocasiões, e em alguns lugares ou ocasiões, são exigidas roupas específicas. Há roupa para dormir, para trabalhar, para cozinhar, para clinicar, para praticar esportes, para casar, para andar no espaço, etc...
Fazer roupas, costurar, desenhar, lavar, passar... são profissões antiguíssimas. A indústria da roupa, com suas marcas e grifes famosas, movimentam fortunas no mundo inteiro.
Há muitos textos na Bíblia que falam sobre roupas. Além de mencionar vários tipos de roupas, e de diversos contextos em que são usadas, também trata de sua importância e significado.
A vestimenta não tem por finalidade exclusiva proteger e cobrir o ser humano: ela também o descobre, isto é, o revela. Ela permite que se reconheça o seu portador - homem ou mulher, anjo, profeta, rei, prostituta, leproso, etc.
Não apenas revela o que se é, mas também o que se faz ou o estado de espírito de quem as usa, como vestes de casamento, ou de luto. Até rasgar as veste tem um significado.
“A unidade entre a vestimenta e a pessoa que a usa manifesta-se ainda pelo fato tão freqüentemente atestado, de que para purificar-se inteiramente, é preciso também lavar as vestes”.
Por causa disto, não causa estranheza que os verbos despojar (desvestir) e revestir, sejam colocados em relação com a eleição, o batismo, a vocação, a salvação e a vida cristã (Cl 3.9-10). Pedro diz que o que deve chamar atenção numa pessoa, especialmente na esposa, deve ser suas atitudes e não suas roupas (1 Pe 3.3-4). E, no texto de Apocalipse 21.2, a Igreja é representada como noiva, vestida e enfeitada (santidade) para ser recebida pelo noivo. Você está vestido de forma adequada?

Rev. Jonas M. Cunha

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Chamado de Abraão

“Ora, disse o Senhor a Abrão:...em ti serão abençoados
 todas as famílias da terra.”Gênesis 12.1,3

Não é exagero afirmar que os três primeiros versículos do capítulo 12 de Gênesis são um resumo do plano de salvação de Deus de abençoar o mundo através de Cristo, a semente de Abraão. Essa promessa foi acompanhada por um duplo chamado divino. Abraão teria que deixar sua terra e ir para o lugar que Deus lhe mostraria, e deixar também seus parentes, pois Deus faria dele uma grande nação. Em resumo, Deus iria abençoá-lo e ele se tornaria uma benção para as outras pessoas – na verdade, para todos os povos da terra.
A promessa de um descendente e de uma terra foi repetida detalhadamente a Abraão em diferentes situações de sua vida. Certa ocasião, por exemplo, Deus disse a Abraão que olhasse para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste, porque tudo que sua vista alcançasse seria dado a ele e aos seus descendentes (13.14-15). Em outra ocasião, Deus disse a Abraão que olhasse para o céu e contasse as estrelas, pois seus descendentes seriam tão numerosos como as estrelas no céu (15.5).
Essa promessa de Deus tem se cumprido de forma maravilhosa. Primeiro, com a multiplicação do povo de Israel (Dt 1.10-11). Segundo, através da missão da igreja, pois todos aqueles que pertencem a Cristo são descendência da Abraão (Gl 3.29), uma vez que ele é o pai de todos os que crêem (Rm 4.16-17). Terceiro, ela irá se cumprir plenamente no grande ajuntamento dos remidos no céu, uma multidão incontável, vindo de todas as nações (Ap 7.9-17). Somente nesta ocasião os descendentes de Abraão serão tão numerosos como as estrelas no céu e os grãos de areia de todas as praias do mundo.

Rev. Jonas M. Cunha (extraído de A Bíblia Toda, o Ano Todo)