segunda-feira, 12 de março de 2018

SUPRIMENTO ABUNDANTE! Acharles

Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber”  (Salmo 36.8).




Temos um alimentador de beija-flores no jardim e gostamos de ver os passarinhos virem beber de sua água açucarada. Recentemente, porém, saímos para uma curta viagem e nos esquecemos de reabastecê-lo. Quando voltamos, ele estava totalmente seco. Pobres pássaros! — pensei. Por causa do meu esquecimento, eles ficaram sem alimento. Em seguida, lembrei-me de que quem os alimenta não sou eu: é Deus.
Às vezes, podemos sentir que todas as exigências da vida esgotaram a nossa força e que não há quem possa reabastecê-la. Mas os outros não alimentam a nossa alma: Deus o faz.
No Salmo 36, lemos sobre a misericórdia de Deus. Ele descreve aqueles que depositam sua confiança no Senhor e são abundantemente satisfeitos. Deus lhes dá água da Sua “…torrente [de] delícias…” (v.8). Ele é a fonte da vida!
Podemos buscar a Deus todos os dias para suprir as nossas necessidades. Como escreveu Charles Spurgeon: “As fontes da minha fé e de todas as minhas graças; as fontes da minha vida e de todos os meus prazeres; as fontes da minha atividade e todos os seus atos corretos; as fontes da minha esperança, e todas as suas expectativas celestiais, todas estão em ti, meu Senhor.”
Que nos fartemos de Seu suprimento abundante. Sua fonte nunca secará. O amor de Deus é abundante.

DURANTE O SEU TEMPO! David H. Roper

Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade”  (Salmo 31.5).




Quando o pastor sul-africano Andrew Murray visitava a Inglaterra em 1895, ele começou a sofrer a dor de uma antiga lesão nas costas. Enquanto se recuperava, sua anfitriã lhe falou de uma mulher que estava em grande dificuldade e queria saber se ele tinha algum conselho para ela.
Murray lhe disse: “Dê-lhe este papel que tenho escrito para o meu próprio encorajamento. Talvez ela o considere útil.” Isso foi o que Murray escreveu: “Em tempo de angústia, diga: Primeiro — Deus me trouxe aqui. É por Sua vontade que estou assim. Nisso descansarei.
A seguir — Ele me guardará em Seu amor e me dará graça nesta provação para eu agir como Seu filho.
Depois — Ele fará desta provação uma bênção, ensinando-me o que desejar que eu aprenda, e operando em mim a graça que Ele pretende conceder.
E por último — No Seu tempo perfeito, Ele pode me restaurar — como e quando, Ele sabe.
Estou aqui — por determinação de Deus, guardado por Ele, sob a Sua instrução, durante o Seu tempo.”
Queremos a solução imediata, a correção rápida, mas algumas coisas não podem ser eliminadas tão facilmente; elas só podem ser aceitas. Deus nos guardará em Seu amor. Por Sua graça, podemos descansar nele.
Quando Deus permite o sofrimento, Ele também proporciona o conforto.


A ADORAÇÃO IDEAL! John MacArthur

O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus”  (Salmo 50.23).



A santidade de uma Igreja ou de um indivíduo é a chave para a qualidade de sua adoração. E, reciprocamente, a qualidade da nossa adoração é chave para a nossa santidade. Por exemplo, o autoexame e a purificação que acontecem na observância da ceia do Senhor não podem ser separadas do ato de adoração. A Igreja Primitiva celebrava a ceia do Senhor com frequência – ao que tudo indica, até mesmo diariamente. Talvez tenha sido essa a razão para o seu poder espiritual.
            De fato, outra característica de adoração como Deus pretende que seja é a Igreja Edificada – os santos são edificados e transformados. A maneira como se adora individualmente afeta não apenas a vida pessoal, mas, também,  a vida da Igreja como um todo. Se a sua adoração é aceitável, a Igreja é fortalecida e edificada. Mas, se a sua adoração é inaceitável, a Igreja se enfraquece.
            Um exame criterioso do livro de Atos revela que, quando a Igreja estava adorando, ela encontrava o favor de Deus, e o Senhor fazia a Igreja crescer diariamente com os que se salvavam. Eles encheram a cidade com sua doutrina, viraram o mundo de cabeça para baixo. Eram simpáticos, atraentes e dinâmicos.
            Edificação não significa nos sentimos melhor, significa vivermos melhor. O Senhor limpa, purifica e edifica a Igreja. Quando os santos se reúnem para adorar a Deus, tornam-se mais fortes tanto coletiva quanto individualmente, e a transformação acontece porque todos nós, com o rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, que vem do Espírito do Senhor (2Co 3.18).
            Se a adoração conjunta na Igreja não deixa as pessoas mudadas, a Igreja não está realmente adorando. Se o que acontece no culto não estimula os santos a maior obediência, chame do que quiser, mas não é adoração. A adoração sempre resulta numa transformação, e a Igreja é edificada por ela.

A PRÁTICA DA SABEDORIA – J. I. PACKER

Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. (Tiago 1.5).



Colocar em práticaa sabedoria nas decisões diárias é uma constante busca pelo melhor. Três passos nos ajudarão a cobrir a extensão da prática da sabedoria. Primeiro, devemos pedir, em seguida, pesar, e depois agir.
                Primeiro, devemos pedir por sabedoria constantemente. Tiago inicia a sua carta dizendo-nos para fazer isso e porquê devemos fazê-lo: “Se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus” (Tg 1.5), em suma, nos momentos de tribulação devemos pedir sabedoria que capacite a enfrentar a situação em que estamos vivemos e, também, enxergar o que pe melhor para nós e continuar regozijando no dom divino da salvação.
                Segundo, devemos pesar a situação pela ótica da sabedoria – meticulosamente. A sabedoria calcula. A sabedoria avalia todas as nossas responsabilidades e, em seguida, nos mostra como sermos fiéis ao lidar com cada uma delas, pois a fidelidade às obrigações que temos faz parte da essência da sabedoria. Mas, a sabedoria, também, nos leva a assumir novos compromissos que considerar apropriados, após cuidadosa ponderação, pois a sabedoria no leva a viver de modo a chegar ao máximo do que podemos fazer para Deus e para os outros. Essa atitude avaliar ou pesar com sabedoria priorizará alguns compromissos em relação a outros. A sabedoria vai operar com a mentalidade de colocar Deus em primeiro lugar, e em seguida os outros e a mim mesmo por último, pois é isso que a Palavra de Deus requer.
                Terceiro, devemos agir com sabedoria – resolutamente. Somos chamados a agir com sabedoria. A ação sábia será sempre baseada em princípios, construtiva, empreendedora, responsável e calculada como a melhor coisa que podemos fazer para agradar e glorificar ao Senhor em cada circunstância. Ela jamais será a escolha de nada fazer por causa do medo e da autopreservação. A verdadeira sabedoria ajuda a caminhar em direção a DEUS.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

ORAÇÃO REPLETA DE FÉ – J. I. PACKER

Faze-me, SENHOR, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. (Salmo 25.4).





        A oração desempenha um papel muito importante no processo de encontrar a direção de Deus. Quando falamos de oração, temos em mente uma fila enorme, ao menos em Espírito, de modelos bíblicos. Normalmente, essas orações são conversas e súplicas, elas se dirigem a Deus com a expectativa de que Ele vai responde-las, não só tratando da necessidade sobre a qual oramos, mas, também, talvez, nos dando uma sensação especial de Sua presença no próprio momento em que oramos. O ingrediente básico dessas orações é a necessidade de que pedimos a Deus que atenda.
      No Antigo Testamento, os Salmos são o exemplo supremo desse tipo de oração; no Novo Testamento, o Pai Nosso seja o exemplo principal. Assim, quando oramos, por alguma coisa – sozinho ou em grupo, em silêncio ou em voz alta -, devemos, primeiro, invocar a Deus, ainda que de forma breve, pelo que Ele é e por quem é; devemos agradecer-lhe pelos benefícios concedidos no passado e, então, pedir a Ele aquilo que outros e nós precisamos, apresentando os motivos pelos quais acreditamos que conceder o que pedimos contribuirá realmente para a Sua glória, bem como para o nosso próprio bem. Todas as nossas orações, ao menos em intenção, deveriam ser passíveis de ser resumidas a “Santificado seja o Teu nome (ou seja, que o Senhor seja glorificado), venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade”. A base para a oração cristã bíblica é a relação de Aliança pela qual Deus, que por intermédio de Cristo é nosso Pai, e o Senhor Jesus, que por causa da nossa adoção é agora nosso Senhor na família de Deus, se comprometem a ouvir as orações do povo fiel e responder a elas (conf. Jo 14.13-14; 16.23-24; 1 Jo 5.14-15).
        Quando oramos pedindo a direção de Deus, devemos sempre começar pedindo para sermos libertados de coisas como estupidez, orgulho, teimosia e, todas as formas de perversão que podem nos separar do Amor do nosso Deus!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

GUIADOS PELO PASTOR – J. I. PACKER

Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome (Salmo 23.3).

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             A doutrina da direção divina aparece como um dos princípios que Isaac Watts escolheu chamar de graça guardiã de Deus, ao qual temos nos referido como cuidado de Deus na aliança. O Bom Pastor “...guia-me”. Guiar é o verbo que carrega a promessa de que nosso Deus trará discernimento da decisão e direção de que precisamos, a fim de nos mantermos ao seu lado ao longo do caminho da vida. Nossa certeza, como crentes, da graça guardiã de Deus e do cuidado da aliança deveria sempre embasar nossa busca por direção.
                A ética da direção divina aparece nos parâmetros que qualificam a promessa. Deus guia “pelas veredas da justiça”, e por nenhum outro lugar. A direção de Deus nunca viola os princípios da retidão e da integridade; Ele, também, nunca nos levará a decisões e ações irresponsáveis; pelo contrário, Ele nos guia a obedecer a Sua Palavra e a escolher entre as opções que temos, de modo a exercer a sabedoria perspicaz, inspirada na imagem de Cristo e que honra a Deus, a qual nos é ensinada na Bíblia, a sabedoria que sempre visa ao que mais agrada a Deus.
                A espiritualidade da direção divina aparece como propósito e diretriz de manter contato com o nosso Pastor, não apenas de forma incidental, quando passamos em revista o leque de decisões possíveis, mas, também, de buscar ter com Ele um relacionamento pessoal tão próximo quanto pudermos, quando temos decisões a tomar. O Pastor “guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome” – isto é, para mostrar sua fidelidade e ser honrado por ela mediante nossos agradecimentos e louvores. Louvar e agradecer a Deus antecipadamente, porque Ele prometeu nos guiar, é em geral um meio de chegar a um discernimento claro de qual é o escopo da direção divina na decisão e ação que temos no momento.
                É assim que funciona a direção sob a tutela de Deus. Como todo o restante do Salmo 23, esse é uma boa nova maravilhosa.

ANTES DO TELEFONE – A. Charles

Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. 
Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos”  (Salmo 18.6).


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Como mãe de crianças pequenas, às vezes, sou suscetível a entrar em pânico. Minha primeira reação é telefonar para minha mãe e perguntar-lhe o que fazer com a alergia de meu filho ou a tosse súbita de minha filha.
Mamãe é um grande recurso, mas, quando leio os salmos, lembro-me da frequência com que precisamos do tipo de ajuda que nenhum mortal pode prestar. No Salmo 18, Davi estava em grande perigo. Amedrontado, perto da morte e angustiado, ele apelou ao Senhor.
Davi pôde dizer “Eu te amo, ó Senhor…” porque entendia que Deus era uma fortaleza, uma rocha e um libertador (vv.1,2). Deus era o seu escudo, a sua salvação e a sua fortaleza. Talvez não consigamos entender o louvor de Davi porque ainda não experimentamos a ajuda de Deus. Pode ser que perguntemos aos outros antes de buscar o conselho e a ajuda do Senhor.
Certamente, Deus coloca pessoas em nossa vida para nos dar ajuda e conforto. No entanto, lembremo-nos também de orar. Deus nos ouvirá. Como cantou Davi, “…Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (v.6). Quando buscamos a Deus, nos juntamos à canção de Davi e temos no Pai Eterno a nossa rocha, nossa fortaleza e nosso libertador.
Da próxima vez em que você correr para o telefone, lembre-se, também, de orar.
A oração é a ponte entre o pânico e a paz.



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

TEMPO DE ESPERANÇA

''Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo.''
Romanos 15:13



Nossa verdadeira esperança está em Deus. Ele promete nos abençoar e dar a vida eterna. Deus não mente, por isso podemos esperar nele. Esperança é confiar no que ainda não vemos.
Muitas vezes colocamos nossa esperança nas coisas erradas: no dinheiro, no emprego, em pessoas, em nossa capacidade... Todas essas coisas podem falhar mas Deus nunca falha. Ter esperança em Deus é colocar nossa confiança na pessoa certa!
A esperança produz bons efeitos. Ficamos com confiança, o medo diminui e somos mais alegres. Ponha sua esperança em Deus!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

TEMPO DE FÉ, GRATIDÃO E COMPROMISSO

Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. (Hebreus 11.1)


Ao iniciarmos o ano de 2018, temos a oportunidade de um caminhar na presença de Deus, creio que é o início de um Tempo de Fé, conforme ensina Hebreus: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11.1), então, podemos caminhar nesta vida na certeza de que Deus está conosco e está dirigindo a nossa história de vida. Esta convicção nos ajudar a enfrentar o que está diante de nossos olhos, pois, a certeza da presença e providência de Deus em todas as áreas da nossa vida, conforme Isaías ensina: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Is. 41.10).
Nessa caminhada de fé, sabendo de que Deus está presente de uma maneira poderosa em nossa vida, isto deve produzir uma gratidão por sabermos que somos alvo do amor de Deus em tudo o que fizermos. em todos os momentos e nossa vida, pois, o nosso Deus nos ama com amor eterno, conforme declara Jeremias: “De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (Jr. 31.3), por isso que o apóstolo Paulo nos ensina que devemos Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1 Ts. 5.18). Essa aliança maravilhosa, opera de uma maneira sobrenatural em nossa vida, pois, o amor de Deus é manifesto em nossas vidas, por isso não importa o que vai acontecer em 2018, importa é que nos voltemos para o amor de Deus.
Deus sempre honra seus compromissos. Deus prometeu estar sempre com quem o ama e ele cumpre suas promessas. Deus tem um compromisso com você, para lhe ajudar e guiar até a vida eterna.
Deus também quer que cada crente honre seus compromissos. Nosso maior compromisso é seguir Jesus todos os dias de nossa vida, sem o abandonar. Também devemos honrar nossos compromissos com outras pessoas e com a igreja. Não é bom quebrar seus compromissos.                              
Pr. Jonatas A. Moreira

EFICAZ PARA O CRESCIMENTO – ANNE CETAS

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”. (2 Timóteo 3.16-17)



Quais das seguintes citações está na Bíblia?
1. A pureza se equipara a santificação.
2. Deus ajuda aqueles que ajudam a si próprios.
3. A confissão é boa para a alma.
4. O homem nasceu para as dificuldades, como as fagulhas voam para cima.
5. O dinheiro é a raiz de todos os males.
6. A honestidade é a melhor diretriz.
Acredite se quiser, somente uma dessas citações se encontra na Bíblia. A 4.ª está em Jó 5:7.
George Müller, pastor e diretor de um orfanato no século 19, não teria problemas em saber quais dessas citações eram bíblicas. Por quê? Porque ele leu a Bíblia mais de 100 vezes! Ele afirmou: “Digo que o dia foi desperdiçado se eu não tiver tido um bom tempo com a Palavra de Deus. Sempre coloquei como norma, nunca começar o trabalho antes de ter tido um bom tempo com Deus e Sua Palavra. A bênção que tenho recebido tem sido maravilhosa.”
Não precisamos nos sentir culpados se não lemos a Bíblia tanto quanto George Müller a leu. Mas proponha-se a ler comigo toda a Bíblia, pelo menos uma vez no próximo ano — não para saber responder a algumas “pegadinhas” sobre ela, mas porque ela nos foi dada por Deus e é útil para o nosso crescimento espiritual (2 Timóteo 3:16,17).
Creia na mensagem da Bíblia para ser salvo; pratique-a para ser santo.

O HOMEM ESQUECIDO – CINDY HESS KASPER

Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco). (Mateus 1.23)



Em meio a todas as atividades natalinas, frequentemente esquecemos de um homem. Embora muitas vezes falhemos em dar a Jesus o primeiro lugar que Ele merece, geralmente não o esquecemos. Eu estou falando de José — o homem no qual Deus confiava tanto, que colocou Seu filho em seu lar, para que ele o amasse e cuidasse dele. Que responsabilidade!
José realmente é o homem esquecido na história do Natal. No entanto, sua tarefa foi um componente importante no plano excepcional de Deus. Quando lemos a história do nascimento de Jesus, vemos que José era justo, íntegro, misericordioso, protetor e corajoso. Mas, acima de tudo —ele era obediente. Quando o anjo lhe instruiu que recebesse Maria como esposa, ele obedeceu (Mateus 1:24). E quando o anjo lhe ordenou que fugisse para o Egito com Maria e Jesus, José assim o fez (2:13,14).
Assim como Maria foi cuidadosamente escolhida para dar à luz ao Filho de Deus, José foi escolhido deliberadamente para prover o necessário para a sua jovem esposa e para Cristo, o bebê. E, confiando em Deus, José fez tudo o que Ele lhe pediu.
O que o Senhor está pedindo de você, hoje? Você está disposto a comprometer-se e fazer tudo o que Ele quer?
Podemos aprender muito a respeito da obediência com José, o homem esquecido do Natal.
A prova de nosso amor a Deus é nossa obediência aos Seus mandamentos.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

ALEGRE PARA SEMPRE – Vernon C. Grounds

Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos” (2 Corintios 8.9)



O colunista de um renomado jornal ofereceu aos seus leitores “Nove dicas para investir na felicidade”. Surpreendentemente, uma de suas sugestões foi exatamente a mesma que é dada no antigo hino favorito de Johnson C. Oatman: “Conta as bênçãos” (NC 63). Oatman nos incentiva a não nos determos nas riquezas de nosso próximo, mas nos concentrarmos nas muitas bênçãos que já possuímos. Esse é um conselho sábio, dado para compreendermos que nossa riqueza espiritual em Jesus é imensuravelmente mais valiosa do que qualquer bem material.
Deus não nos deu a Bíblia como guia para a felicidade, porém, ela destaca como podemos ser eternamente alegres e como podemos experimentar alegria em nosso caminho para a felicidade eterna. Assim, é instrutivo comparar a verdade bíblica com os conselhos de senso comum.
Paulo escreveu a Timóteo: “…grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento” (1 Timóteo 6:6). O apóstolo queria que o seu protegido compreendesse que ser grato pelas coisas básicas da vida o ajudaria a guardá-lo da armadilha da cobiça.
Por isso, vamos nos concentrar nas maravilhas da graça de Deus, exercitando-nos para que a atitude da gratidão esteja presente em nossa vida. Essa é a maneira de experimentarmos a alegria hoje e sermos alegres, para sempre.

SEJA UMA ESTRELA – Julie Ackerman Link

Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Daniel 12.3)


Muitos buscam ser famosos, tentando estar em evidência na mídia. Mas um jovem prisioneiro judeu alcançou isso de forma melhor.
Quando Daniel e seus amigos foram levados cativos por uma nação cruel e invasora, era improvável que se ouvisse deles novamente. Porém, eles logo se distinguiram por serem inteligentes e dignos de confiança.
O rei teve um sonho que os seus homens sábios não conseguiram repetir nem interpretar, e ele os condenou à morte. Depois de uma noite de orações com seus amigos, Deus revelou o sonho e sua interpretação a Daniel. Com isso, o rei o promoveu a seu principal conselheiro (Daniel 2).
Se a história terminasse ali, já seria suficientemente notável. Mas alguns estudiosos creem que a influência de Daniel na Babilônia conscientizou as pessoas das profecias messiânicas sobre o Salvador que nasceria em Belém. Os ensinamentos deste profeta podem ter motivado, 500 anos mais tarde, que os homens sábios do Oriente seguissem a estrela a uma parte pouco familiar e remota do mundo, para encontrar o menino rei, adorá-lo e retornar ao seu país com as boas-novas da incrível vinda de Deus a esta terra (Mateus 2:1-12).
Ao conduzir outros à retidão, nós — à semelhança de Daniel, podemos nos tornar estrelas que brilharão para sempre.

VOCÊ PODE ATRAIR AS PESSOAS A JESUS QUANDO A LUZ DELE IRRADIAR EM VOCÊ!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

CONTINUEM RUMO AO TOPO – Vernon C. Ground

antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2 Pedro 3.18)


O escritor e alpinista Jon Krakauer estava determinado a alcançar o “teto do mundo”, o cume do Monte Everest. Na árdua escalada em que alguns de seus companheiros morreram, ele perseverou. E alcançou o topo no dia 10 de maio de 1996.
A respeito daquele momento Krakauer escreveu: “Eu tinha uma compreensão limitada, obscura, de que [aquela extensão de terra sob meus pés] seria uma visão espetacular. Havia fantasiado por meses sobre aquele momento e a carga de emoção que o acompanharia. Mas no instante em que finalmente estava ali, pisando o cume do Monte Everest, simplesmente não conseguia juntar energia para desfrutar daquela paisagem.”
Os alvos temporários nunca nos satisfazem totalmente. Vemos isso no ministério de Paulo. Ele disse aos cristãos de Filipos: “prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:14). É o alvo para o qual “…também fui conquistado por Cristo Jesus” (v.12). Ele “…transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória…” (v.21).
Esse alvo pode nos dar o incentivo mais poderoso, pois nos inspira a nos tornarmos mais e mais semelhantes a Jesus. Cada passo nessa direção alegra e satisfaz a alma. Estamos sendo zelosos, sábios e prudentes para alcançar esse alvo?
Que o contentamento com alvos terrenos não o impeçam de alcançar lucros eternos.

IDOSO DEMAIS? – Vernon C. Ground

Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5.8)




Deus tem maneiras ilimitadas para alcançar pessoas. Por isso se você acha que não tem a habilidade de alcançar e ganhar outros para Cristo, pense na sra. Ethel Hatfield, de 76 anos. Ela desejava servir ao Senhor e perguntou ao seu pastor se podia ensinar na Escola Dominical. Ele lhe disse que a achava bem idosa para a tarefa! E ela foi para casa com o coração pesado e decepcionada.
Certo dia quando Ethel estava cuidando de seu jardim de rosas, um estudante chinês da universidade próxima parou para comentar a beleza das suas flores. Ela o convidou para uma xícara de chá. Enquanto conversavam, a senhora teve a oportunidade de falar-lhe sobre Jesus e Seu amor. Ele voltou no dia seguinte com outro estudante e este retorno marcou o início do ministério dela entre os chineses.
Ethel ficou alegre em compartilhar o evangelho de Cristo com esses estudantes porque sabia que Jesus tem o poder de transformar vidas. O seu evangelho “…é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê…” (Romanos 1:16).
Exatamente por causa da idade de Ethel, os estudantes chineses a ouviam com respeito e admiração. Quando ela morreu, um grupo de 70 cristãos chineses participou de seu funeral. Eles foram ganhos para Cristo por uma mulher da qual se dizia ser idosa demais para ensinar numa classe de Escola Dominical!
Ninguém é idoso demais para testemunhar sobre Cristo.

NÃO SE PREOCUPE – Cindy Hess Carper

Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas” (Mateus 6.32-33)






O cargo ocupado por meu sobrinho em breve seria extinto e por isso fiquei contente em ouvir de sua esposa que ele acabara de aceitar a oferta para uma nova posição.
“Nós oramos, eu me preocupei e Érico estava determinado a conseguir um outro trabalho”, escreveu Angélica num email.
É fácil entrarmos em pânico quando enfrentamos preocupações sérias: a perda de emprego, um membro da família com câncer, um filho rebelde.
Então oramos. E ficamos atarefados. Começamos a fazer tudo o que conseguimos pensar para seguir adiante de forma positiva.
E nos preocupamos. Sabemos que isso é uma perda de tempo. No entanto, muitos de nós nos encontramos neste dilema — sabemos que devemos confiar em Deus, mas nos perguntamos o que Ele vai fazer exatamente .
É nesse momento que nos voltamos à Sua Palavra, que nos relembra que Ele está caminhando conosco e nos convidando a entregarmos as nossas preocupações e fardos. As Escrituras nos dizem: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pedro 5:7), e “…segundo a sua riqueza em glória, [Deus] há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Filipenses 4:19).
Quando a sua mente se volta para pensamentos de ansiedade sobre o futuro, lembre-se de que o “…vosso Pai celeste sabe…” (Mateus 6:32) e lhe dará o que você necessita.
A preocupação é um fardo que Deus nunca quis que carregássemos.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

SÓ PULO EM BRAÇOS GRANDES – Jeremias Pereira

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28)

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A menina de 4 anos se prepara para pular e diz ao seu pai: “Mais pra trás!” Ele volta um passo. A filha ri contente, bate palmas e pede para ele voltar ainda mais. Quando o pai já está a uma distância considerável, ela diz: “Aí tá bom!” O pai lhe estende os braços e a pequena voa de sua cama para os braços dele.
Seu pai lhe sugere que ela pule novamente, mas nos braços de seu irmão, que tem 8 anos. Ela se recusa. O pai insiste; ela diz não e responde enfática: “– Só pulo em braços grandes!”
Dessa mesma forma, você pode “pular” nos braços de Cristo. Ele diz: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.” Nos dramas da vida, temos este Amigo em quem podemos ter inteira confiança e fé. Ter fé é confiar na Palavra e no caráter do Deus invisível, revelado no Senhor Jesus.
Da próxima vez que você temer, recorde-se dos milhares que ao longo da história já pularam em Seus braços. Da próxima vez que suspeitar que o Senhor não poderá ajudá-lo a superar suas dores, enfrentar suas perdas, perdoá-lo de seus pecados, prover novas oportunidades, ideias e recursos, lembre-se de Seus braços abertos na cruz. Ele morreu pelos nossos pecados, e jamais esqueça que o túmulo está vazio.
Pule nos braços grandes e fortes de Cristo. Creia. Confie. Busque-o de todo o coração.

Os olhos veem apenas o gigante; a fé o enxerga tombado e vencido.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

TREINANDO PARA A VIDA – David C. McCasland

Exercita-te, pessoalmente, na piedade. Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser.” (1 Timóteo 4.7b-8)

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Quando Dean Karnazes completou a maratona de quase 40 quilômetros, na cidade de Nova Iorque, em 2006, ele marcou o término de uma façanha quase impossível: perseverança. Ele já havia participado de 50 maratonas, em 50 estados e em 50 dias. A resistência excepcional desse atleta incluiu 563 quilômetros contínuos: ciclismo em montanhas por 24 horas seguidas e o cruzamento da baía de São Francisco a nado. Esse nível de performance requer treinamento rígido e dedicado.
Paulo disse a Timóteo que a boa forma espiritual, também, exige muito mais do que uma tentativa displicente de viver de modo que honre a Deus. Numa cultura caracterizada por falsos ensinamentos, além de formas extremas de autoindulgência e autonegação, Paulo escreveu: “…Exercita-te, pessoalmente, na piedade. Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser” (1 Timóteo 4:7,8).
Nossos corpos e mentes devem ser dedicados a Deus e preparados para o Seu serviço (Romanos 12:1,2). O objetivo não é a flexão muscular espiritual, mas uma vida que agrada ao Senhor. O estudo vigoroso da Palavra de Deus, dedicação à vida de oração, fazem parte do processo. Se o nosso treinamento é bem feito, ele tem efeitos muito positivos em nosso cotidiano.
O exercício da piedade é a chave para um caráter divino.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

SEGUIDO DE PERTO – Mart De Haan

O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O SENHOR é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?” (Salmo 27.1)


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Vi uma sombra me seguindo. Em um corredor escuro, virei em um canto para subir as escadas e fiquei assustado com o que vi; quase perdi o chão. Alguns dias depois aconteceu novamente. Passei pelos fundos da minha cafeteria favorita e vi uma grande sombra de alguém vindo até mim. No entanto, ambos os incidentes acabaram com um sorriso. Eu estava me assustando com minha própria sombra!
O profeta Jeremias falou sobre a diferença entre medos reais e fictícios. Um grupo de compatriotas judeus pediu-lhe que descobrisse se o Senhor queria que ficassem em Jerusalém ou retornassem ao Egito por segurança, pois temiam o rei da Babilônia (Jeremias 42:1-3). Jeremias disse-lhes que se ficassem e confiassem em Deus, não precisariam temer (vv.10-12). Mas se retornassem ao Egito, o rei da Babilônia os encontraria (vv.15,16).
Em um mundo de perigos reais, Deus tinha dado a Israel razões para confiar nele permanecendo em Jerusalém. Ele já os havia resgatado do Egito. Séculos depois, o tão esperado Messias morreu por nós para nos libertar de nossos pecados e do medo da morte. Que nosso Deus Todo-poderoso nos revele hoje como viver na segurança de Sua sombra, ao invés de vivermos em nossos medos sombrios que nós mesmos criamos.
Sob a sombra protetora das asas de Deus, as pequenas sombras da vida perdem seu terror.


O QUE É CERTO? – Julie Ackerman

“...cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. ” (Isaias 1.16-17)

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Quando meu computador saudou-me, certa manhã, com a assim chamada “tela azul da morte”, eu sabia que algo estava estragado, mas não sabia como consertar. Li um pouco, tentei algumas coisas mas, por fim, tive que chamar um técnico. Saber que algo estava errado era só uma pequena parte do problema; eu não consegui consertá-lo porque não sabia lidar com aquilo e fazer a coisa certa.
Essa experiência difícil lembrou-me dos muitos peritos que aparecem nos noticiários de televisão. Todos eles são “especialistas” para proclamar o que é errado, mas a maioria deles não têm a mínima ideia do que é certo.
Isso também acontece nos relacionamentos. Nas famílias, igrejas e lugares de trabalho, nada é consertado, porque nos fixamos no que está errado. Não é necessário um perito para saber que algo está errado quando as pessoas fofocam e ferem umas as outras com palavras e maus comportamentos. Contudo, é necessário um perito para saber como resolver o problema.
Deus revelou aos profetas de Israel não somente o que estava errado, mas também o que estava certo: “…cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas” (Isaías 1:16,17).
Em vez de nos concentrarmos no que está errado, vamos obedecer Àquele que sabe o que é certo.
Como uma bússola, a Bíblia sempre aponta para a direção certa.